Turista morre após cair de cerca de 100 metros durante rapel; veja vídeo

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No sábado (05/07), a funcionária pública Daiane Marques, de 36 anos, morreu após cair de cerca de 93 metros durante a prática de rapel na Pedra do Elefante, em Andradas, no Sul de Minas Gerais.

Imagens mostram o momento do resgate; veja vídeo:

Trilha exigente e paredões perigosos

Daiane era natural de Cordeirópolis (SP), e participava da atividade com outras duas pessoas. O local do acidente é um destino muito procurado pelos amantes de esportes e aventuras. A Pedra do Elefante atinge 1.460 metros de altitude, conhecida pelas trilhas íngremes e paredões verticais, que atraem praticantes de rapel, escalada e montanhismo.

No entanto, a estrutura exige atenção máxima. O Corpo de Bombeiros relatou que a vítima caiu enquanto descia a encosta e colidiu contra rochas e vegetação. Os companheiros de trilha encontraram Daiane já sem vida.

Resgate complicado e desafiador

Era por volta das 17h20 quando acionaram a equipe de salvamento do Corpo de Bombeiros. Os agentes enfrentaram uma trilha de 6 quilometros em uma mata densa para chegar até o local. Como ponto era de difícil acesso, os bombeiros precisaram remover o corpo até uma área onde a funerária aguardava para encaminhá-lo ao Instituto Médico Legal (IML) de Poços de Caldas. A perícia inicial indicou múltiplos traumas, e a Polícia Civil agora investiga se houve falha no equipamento ou erro humano.

Segurança em esportes de aventura entra em debate

Após o caso, especialistas reforçaram a importância de utilizar equipamentos certificados, manter-se em grupo e jamais subestimar as condições do terreno. O tenente Arruda, do Corpo de Bombeiros, alertou: “É um paredão íngreme e acidentado, com riscos naturais que exigem preparação técnica e vigilância constante”.

Perguntas frequentes:

Onde aconteceu o acidente?

Na Pedra do Elefante, em Andradas, Minas Gerais.

Qual a provável altura da queda?

Aproximadamente 93 metros de altura.

A vítima praticava a atividade com segurança?

Ainda não se sabe. A Polícia Civil investiga se ela usava os equipamentos corretamente.

Malu Custódio

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