Uma tragédia abalou a cidade de Cáceres (MT) na tarde deste domingo (23). O soldado do Exército Brasileiro, Luiz Cristiano Pereira Rodrigues, de apenas 19 anos, perdeu a vida após tentar atravessar o rio Paraguai a nado e se afogar. O jovem fazia parte do efetivo do 66º Batalhão de Infantaria Motorizado (66º BIMtz), sediado no município.
Afogamento chocou colegas e moradores
Relatos preliminares indicam que Luiz Cristiano estava com colegas fora do expediente militar quando resolveu atravessar o rio a nado. Durante a travessia, ele se afastou do grupo e desapareceu na água. O Corpo de Bombeiros iniciou as buscas imediatamente e, após horas de procura, encontrou o corpo do jovem. Testemunhas disseram que, embora o rio não estivesse com correnteza forte, a profundidade em certos pontos pode ter causado o acidente.
Nota oficial do Exército Brasileiro
O Comando do 66º Batalhão de Infantaria emitiu uma nota de pesar lamentando profundamente a morte do soldado. Na nota, o Exército se solidariza com os familiares e informa que prestará todo o apoio necessário, incluindo auxílio psicológico e suporte logístico.
“O Exército Brasileiro, por meio do 66º Batalhão de Infantaria Motorizado, lamenta profundamente o falecimento do soldado Luiz Cristiano Pereira Rodrigues. Estamos prestando todo o suporte necessário à família enlutada neste momento de dor”, diz o comunicado.
Repercussão e comoção na cidade
A morte do jovem comoveu Cáceres e as redes sociais. Amigos, colegas de farda e moradores manifestaram solidariedade à família. Luiz Cristiano era um jovem dedicado, que havia acabado de entrar para a vida militar e sonhava construir uma carreira no Exército. O IML recebeu o corpo para os procedimentos de praxe, e a família e amigos próximos o sepultarão nesta segunda-feira (24) em uma cerimônia restrita.
Perguntas e respostas
O soldado estava em serviço no momento do afogamento?
Não. Ele estava de folga quando tentou atravessar o rio.
O local é considerado perigoso para banho?
Sim. O rio possui pontos de grande profundidade e riscos ocultos.
O Exército prestará apoio à família?
Sim. O Exército confirmou assistência psicológica, financeira e logística.





