Ponte da tragédia é bloqueada após morte de jovem em salto fatal; Veja vídeo

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O local onde Maria Eduarda Rodrigues de Freitas perdeu a vida voltou a ser alvo de ações das autoridades nesta quarta-feira (17). Equipes de perícia retornaram à área para realizar novos levantamentos, enquanto a Prefeitura de Limeira intensificou medidas para impedir o acesso ao espaço.

A movimentação ocorre poucos dias após o acidente que resultou na morte da jovem de 21 anos durante uma atividade de rope jump. O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil.

Prefeitura instala barreiras para impedir acesso

Máquinas da prefeitura foram enviadas ao local para reforçar o bloqueio da área.

Além de cercas, grandes montes de terra foram colocados nos acessos à estrutura para dificultar a entrada de pessoas.

A medida busca evitar que o espaço continue sendo utilizado para esportes radicais ou outras atividades consideradas de risco.

De acordo com o município, o objetivo também é preservar o local para o trabalho das autoridades, evitando alterações que possam comprometer a coleta de informações importantes para a investigação.

Perícia voltou ao local da queda

Enquanto o bloqueio era reforçado, equipes técnicas retornaram à ponte para realizar novos trabalhos periciais.

Os levantamentos fazem parte da investigação que busca esclarecer todos os detalhes relacionados ao acidente.

As informações coletadas poderão auxiliar na definição das responsabilidades pelo ocorrido.

Os peritos analisaram diferentes pontos da estrutura e realizaram registros que poderão contribuir para a elaboração dos laudos técnicos que integram o inquérito policial.

Morte causou repercussão nacional

Maria Eduarda morreu após ser lançada da estrutura sem a proteção adequada durante a realização da atividade.

A jovem sofreu ferimentos graves em decorrência do impacto da queda e não resistiu.

O caso provocou forte repercussão em todo o país e gerou debates sobre segurança em práticas de esportes radicais. Enquanto as investigações continuam, as autoridades mantêm o local interditado para evitar novos acidentes e preservar a área para os trabalhos periciais.

A expectativa é que os resultados das análises técnicas ajudem a esclarecer a dinâmica do acidente e apontem eventuais falhas nos procedimentos adotados durante a realização da atividade.

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