Na noite do domingo, 18 de janeiro, por volta das 19h20, torcedores do Mixto iniciaram uma confusão generalizada logo após o fim da partida contra o Cuiabá, no Estádio Presidente Eurico Gaspar Dutra, em Cuiabá. O grupo tentou invadir a sala onde os árbitros se abrigavam, alegando que o juiz favoreceu o adversário com decisões equivocadas.
O segurança Ronaldo Bispo da Silva percebeu a movimentação agressiva e acionou o comandante do policiamento. Os policiais se posicionaram na frente da porta da arbitragem para impedir a invasão.
Guarnições agiram com rapidez para conter a multidão
Os torcedores se recusaram a obedecer à ordem de recuo. Eles cercaram a guarnição, avançaram com agressividade e tentaram intimidar os policiais. A PM reagiu com técnicas de defesa pessoal e acionou reforço imediato.
Para conter os agressores, os policiais utilizaram:
- Tasers,
- Gás de pimenta (OC),
- Granadas de gás lacrimogêneo.
As guarnições conseguiram impedir a invasão e evitaram que os torcedores tomassem as armas dos agentes, situação que colocaria vidas em risco.
PM dispersa torcedores e evita prisões no calor do confronto
Apesar da violência e do risco de feridos, a PM optou por não prender os envolvidos. Os agentes priorizaram a dispersão da multidão e a preservação da integridade física das guarnições.
A decisão evitou que o confronto se tornasse ainda mais perigoso, mas evidenciou o desafio das autoridades em identificar e punir os responsáveis em meio ao caos.
Perguntas frequentes
Torcedores do Mixto tentaram agredir o árbitro após a partida por discordarem das decisões.
Sim. A PM utilizou gás lacrimogêneo, tasers e granadas para conter os torcedores.
Não. A polícia priorizou a dispersão e garantiu a segurança das equipes.


