Psicóloga de Várzea Grande relata momentos de tensão ao sentir terremoto em Portugal – Veja vídeo

Na madrugada de 26 de agosto de 2024, Portugal sofreu um terremoto de magnitude 5,3, o mais forte desde 1969. O epicentro localizou-se a 58 km a oeste de Sines. O tremor foi sentido em várias regiões, incluindo Lisboa e Setúbal. A psicóloga Gabrielly Bibiano, de 24 anos, natural de Várzea Grande, Mato Grosso, e residente na cidade litorânea de Costa da Caparica, ficou profundamente assustada ao vivenciar esse fenômeno pela primeira vez.

https://twitter.com/perrenguemt/status/1828561670840434898

Surpresa e Medo: Uma Experiência Inédita

Gabrielly, que está em Portugal há pouco mais de um ano, relatou que o terremoto ocorreu por volta das 5h11, enquanto ainda dormia. O tremor, classificado como moderado a forte pela escala de Mercalli, foi intenso o suficiente para acordá-la. “Foi uma sensação indescritível. Nunca imaginei passar por algo assim. Senti as paredes tremendo e os móveis vibrando. Acordei em pânico, sem saber o que estava acontecendo”, descreveu a psicóloga.

Impacto e Réplicas

Após o abalo principal, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) registrou quatro réplicas de menor magnitude, variando entre 0,9 e 1,2, que não foram percebidas pela população. No entanto, o terremoto principal causou uma intensa sensação de insegurança entre os residentes, especialmente para aqueles que, como Gabrielly, nunca haviam experimentado um evento sísmico.

A magnitude e a localização do tremor estão relacionadas à atividade tectônica na Fossa da Azores-Gibraltar, uma das principais falhas geológicas da região. Este sismo é considerado o terceiro mais forte registrado em Portugal, atrás apenas dos eventos de 1969 e 1775. Assim, ele serve como um lembrete da vulnerabilidade sísmica do país.

Reflexões e Adaptações

Para Gabrielly, o episódio destacou a importância de estar preparada para emergências, especialmente em um país suscetível a terremotos. Ela enfatiza a necessidade de conscientização sobre os procedimentos de segurança em caso de novos tremores. “Nunca pensei em preparar um plano de emergência, mas agora vejo como é essencial. Esse terremoto me fez repensar muitas coisas sobre segurança e prevenção”, afirmou.

Embora o abalo em Portugal não tenha causado danos materiais significativos ou vítimas, ele deixou um impacto emocional nos residentes. As autoridades continuam a monitorar a situação, enquanto moradores, como Gabrielly, buscam se adaptar à nova realidade de viver em uma zona sísmica.

Milena

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Continue lendo