Tecnologia inédita no Brasil para cirurgias de alta complexidade é testada no Hospital Central em Cuiabá ; veja vídeo

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O Hospital Central, em Cuiabá, passou a operar dois equipamentos de última geração da máquina coração-pulmão e se tornou a primeira unidade hospitalar do Brasil a utilizar a tecnologia. O sistema atende cirurgias de alta complexidade e reforça a estrutura disponível na saúde pública de Mato Grosso.

Os equipamentos assumem temporariamente funções essenciais do organismo durante determinados procedimentos. Dessa forma, a máquina mantém a circulação e a oxigenação do sangue enquanto coração e pulmões permanecem com as funções interrompidas durante a cirurgia.

Tecnologia assume funções durante a cirurgia

A máquina coração-pulmão desempenha um papel fundamental em procedimentos que exigem a interrupção temporária das atividades cardíaca e pulmonar. Enquanto a equipe médica realiza a intervenção, o equipamento mantém o sangue circulando e devidamente oxigenado.

A tecnologia permite, portanto, que os profissionais conduzam procedimentos de maior complexidade enquanto preservam funções vitais do paciente. O recurso amplia a estrutura tecnológica disponível para esse tipo de atendimento.

Sistema monitora o sangue em tempo real

Além de manter a circulação e a oxigenação, os novos equipamentos permitem que a equipe acompanhe informações durante todo o procedimento. O sistema realiza o monitoramento em tempo real e possibilita a análise do sangue durante a cirurgia.

Com esses recursos, os profissionais conseguem acompanhar parâmetros importantes ao longo da operação. Segundo as informações divulgadas, a tecnologia oferece mais precisão e segurança à equipe médica durante os procedimentos.

Investimento amplia estrutura disponível pelo SUS

A chegada dos dois equipamentos representa um avanço para a estrutura da saúde pública de Mato Grosso. O Hospital Central passa a contar com uma tecnologia inédita entre as unidades hospitalares brasileiras, conforme as informações apresentadas.

O investimento também amplia os recursos disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) para procedimentos que exigem alta especialização. Com a incorporação da tecnologia, a unidade fortalece sua capacidade para realizar atendimentos e cirurgias de maior complexidade.

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