No último sábado (06/9), uma cena inusitada foi flagrada em Coxim, norte de Mato Grosso do Sul. Flagraram duas sucuris enroladas na estrutura de um barco flutuante no Rio Taquari, no Pantanal sul-matogrossense.
Veja vídeo:
— Perrengue2 (@perrengue2025) September 10, 2025
Encontro surpreendente, mas comum no Pantanal
Uma mulher de 31 anos, identidicada como Rubiane Arruda Pazeto, ficou surpresa ao ver as duas sucuris descansando sob a base do Flutuante Vitória Abençoada. A espécie é típica do Pantanal e pode chegar a impressionantes 4 metros de comprimento. Embora o encontro tenha chamado atenção, Rubiane explicou que esse tipo de situação ocorre com certa frequência, especialmente com o aumento das temperaturas na região.
“Sucuris aqui são super comuns. Vira e mexe elas estão na estrutura do flutuante”, afirmou, aliviando os temores sobre o perigo das serpentes, que, ao que tudo indica, estavam apenas descansando.
O habitat das sucuris no Pantanal
As sucuris, também conhecidas como anacondas, são encontradas em diversas áreas do Pantanal, uma das maiores regiões alagadas do mundo. Elas preferem ambientes aquáticos, como rios e pântanos, e são expertas em se camuflar na vegetação densa e na água. A região de Coxim, situada às margens do Rio Taquari, oferece o habitat perfeito para essas serpentes de grande porte, que podem pesar até 250 quilos. Apesar de sua fama assustadora, elas não representam uma ameaça imediata aos humanos, a menos que se sintam ameaçadas.
A importância da conscientização sobre a fauna local
Esse encontro destaca a importância de respeitar a fauna local e a convivência pacífica entre os seres humanos e os animais selvagens. No Pantanal, a interação com animais como as sucuris é uma oportunidade para sensibilizar sobre a preservação da natureza e a necessidade de proteger os ecossistemas frágeis da região.
Perguntas frequentes:
Elas se camuflam usando a vegetação densa e a água do rio, facilitando seu descanso sem serem facilmente vistas.
Uma sucuri pode atingir até 4 metros de comprimento e pesar até 250 quilos.
Não, elas geralmente não atacam os humanos, a menos que se sintam ameaçadas.




