Recentemente, uma sucuri de aproximadamente seis metros foi flagrada atravessando a BR-050, próximo ao km 250, sentido sul, perto do Posto Eldorado, em Catalão, Goiás. O registro, feito por um funcionário da concessionária Eco050, responsável pela rodovia, chamou a atenção de motoristas e levantou questões sobre a presença desses répteis em áreas urbanas.
Sucuri de 6 metros interrompe rodovia; veja vídeo pic.twitter.com/UEXdFEdz3O
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) February 12, 2025
Por que as sucuris estão aparecendo nas rodovias?
A BR-050 corta áreas de mata e proximidades de cursos d’água, habitats naturais das sucuris. Essas serpentes semiaquáticas frequentemente se deslocam em busca de alimento ou parceiros, o que pode levá-las a cruzar estradas movimentadas. A urbanização e a expansão de rodovias em áreas naturais aumentam a probabilidade desses encontros.
O tamanho impressionante das sucuris: mito ou realidade?
A sucuri-verde (Eunectes murinus) é considerada a maior serpente do mundo em termos de massa corporal, podendo atingir até sete metros de comprimento e pesar mais de 130 kg. No entanto, exemplares com mais de cinco metros são raros na natureza.
As sucuris são perigosas para os humanos?
Embora imponentes, as sucuris não são peçonhentas e raramente representam uma ameaça direta aos seres humanos. Elas matam suas presas por constrição, alimentando-se de animais como peixes, aves e mamíferos de médio porte. Em caso de avistamento, é recomendável manter distância e acionar as autoridades competentes para garantir a segurança de todos
Perguntas Frequentes:
Não há registros confirmados de sucuris atacando e consumindo humanos. Elas preferem presas menores e evitam o contato com pessoas.
Na natureza, sucuris podem viver cerca de 10 a 15 anos, embora em cativeiro possam alcançar idades mais avançadas devido à ausência de predadores e condições controladas.
Sim, apesar de serem grandes e fortes, as sucuris podem ser predadas por jacarés, onças-pintadas e até por outras sucuris maiores. Além disso, filhotes são vulneráveis a aves de rapina e mamíferos carnívoros.



