Um subtenente da Polícia Militar sacou uma arma de fogo e a apontou para o próprio filho durante uma discussão familiar no bairro Jardim das Palmeiras, em Cuiabá. O caso ocorreu na noite de sexta-feira (3/4) e foi registrado em vídeo.
Nas imagens, o jovem aparece do lado de fora da casa falando ao telefone, enquanto a discussão acontece no interior da residência. Em seguida, o policial sai em direção ao portão, desafia o filho a chamar a polícia e saca a arma, avançando em direção a ele.
Cena assusta quem passava pelo local
Outro ângulo do vídeo mostra o momento em que pessoas que caminhavam pela calçada percebem a situação e mudam de direção ao notar a arma. A cena gerou tensão e preocupação entre moradores da região.
Uma mulher sai da casa e intervém, pedindo para que o policial retorne para dentro da residência, tentando conter a situação.
Ocorrência mobiliza equipes policiais
Equipes foram acionadas por meio do CIOSP e, ao chegarem ao local, encontraram os envolvidos na parte externa da casa. Os policiais iniciaram a mediação para controlar o conflito.
O subtenente foi conduzido à delegacia para os procedimentos legais.
Versões diferentes marcam o caso
A esposa do militar relatou que ele chegou em casa com sinais de embriaguez, proferindo ofensas e falando sobre separação. Segundo ela, o filho tentou intervir na discussão, o que resultou em empurrões entre os dois.
Ainda conforme o relato, ao tentar separar a briga, a mulher foi atingida no rosto e sofreu lesão. Ela também afirmou que o policial sacou a arma e fez ameaças contra o filho.
Por outro lado, o militar alegou que foi desrespeitado e que o filho avançou contra ele. Segundo sua versão, a arma foi sacada apenas em postura defensiva, negando agressão à esposa.
Caso será investigado
A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil, que ficará responsável por apurar as circunstâncias e responsabilidades no caso.
Perguntas e respostas:
Não. O uso da arma deve seguir critérios legais e situações de risco real.
Manter distância e acionar a polícia imediatamente.
Sim, principalmente quando há agressão ou ameaça.




