Nesta quinta-feira (18/7), Deivis Elizeu Costa Silva, conhecido como Nino Abravanel, e seu irmão, Derik Elias Costa Silva, se apresentaram ao Fórum Criminal da Barra Funda, em São Paulo. Ambos são réus pela morte do pedreiro Tarcísio Gomes da Silva, de 32 anos. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) indeferiu o pedido de prisão preventiva, exigindo apenas que entregassem seus passaportes após a aceitação da denúncia na quarta-feira (17/7).
Na chegada ao fórum, Nino Abravanel reagiu com deboche ao ser questionado sobre a morte de Tarcísio. “Quem é Tarcísio? Vai deitar ô. Vai se f***!”, respondeu Nino, seguido de sons inaudíveis quando perguntado sobre a possibilidade de não sair livre do fórum.
Após a apresentação no fórum, um vídeo foi postado em um perfil que se auto intitula como “página de fãs”, mostrando Nino e seu irmão no carro com amigos, cantando a música “Oitavo Anjo” do grupo 509-E. O trecho da canção, “Acharam que eu estava derrotado. Quem achou estava errado.”, foi reforçado na legenda do post. Outro vídeo mostra os irmãos chegando em uma casa de luxo e abraçando pessoas próximas, com a legenda afirmando: “Deus é o juiz” e anunciando uma festa na favela para o dia seguinte.
A decisão de não decretar a prisão preventiva dos irmãos Costa Silva gerou discussões sobre o sistema judicial e a impunidade. Especialistas afirmam que, embora a liberdade provisória seja um direito, o comportamento dos réus pode influenciar futuras decisões judiciais. O caso de Tarcísio Gomes da Silva continua a ser acompanhado de perto, com expectativas sobre como o julgamento se desenrolará.
A apresentação de Nino Abravanel e seu irmão ao Fórum Criminal da Barra Funda e o comportamento exibido nas redes sociais destacam a complexidade e a tensão em torno do caso. Enquanto aguardam o desenrolar do processo judicial, os irmãos permanecem sob o escrutínio público e legal. Este episódio ressalta a importância de uma conduta responsável, especialmente em casos de grande visibilidade e impacto social.









