O combatente brasileiro Arisson Benevides, conhecido como “Periquito” e natural de Cáceres, em Mato Grosso, precisou de atendimento médico após sofrer uma agressão durante um curso de reciclagem realizado na Europa. Pessoas próximas informaram que médicos mantêm o mato-grossense em observação e investigam uma possível perda de memória causada pelos ferimentos.
Arisson conquistou visibilidade nas redes sociais por atuar como voluntário no conflito entre Rússia e Ucrânia. A notícia mobilizou familiares, apoiadores e brasileiros que acompanham a participação de estrangeiros na guerra.
Relatos divulgados nas redes sociais apontam que o episódio ocorreu durante uma capacitação de quatro dias. O caso ganhou repercussão internacional e gerou preocupação sobre a recuperação do combatente de Mato Grosso.
Discussão evoluiu para agressão e deixou brasileiro ferido
Segundo informações compartilhadas por pessoas ligadas ao combatente, uma instrutora brasileira discutiu com Arisson durante o treinamento. Em seguida, ela teria empurrado o mato-grossense e atingido seu rosto com um tapa.
Logo depois, o marido da instrutora, identificado como cidadão romeno, teria atacado Arisson com uma pedra. O objeto atingiu a região da nuca e provocou um forte impacto.
O golpe levou o combatente ao hospital. Vídeos compartilhados nas redes sociais registraram momentos da confusão e ampliaram a repercussão do caso entre brasileiros que acompanham o conflito no Leste Europeu.
Estado de saúde segue sem boletim oficial
As autoridades e os responsáveis pelo atendimento médico ainda não divulgaram informações detalhadas sobre o quadro clínico de Arisson. Até o momento, ninguém confirmou oficialmente a extensão das lesões sofridas pelo combatente.
Pessoas próximas afirmam que médicos monitoram a evolução do estado de saúde do mato-grossense. A suspeita de perda de memória aumentou a preocupação entre familiares e amigos.
A comunidade que acompanha a trajetória de Arisson aguarda novas informações sobre a recuperação do brasileiro e sobre possíveis desdobramentos do caso.
Caso não envolve forças militares da Ucrânia
Pessoas ligadas ao combatente reforçaram que a agressão não possui qualquer relação com o Exército da Ucrânia, com as Forças Armadas ucranianas ou com cidadãos ucranianos.
Os relatos apontam que os envolvidos protagonizaram um conflito de natureza pessoal durante a capacitação. O esclarecimento busca evitar interpretações equivocadas sobre a participação de instituições militares no episódio.











