No vídeo, Eduarda apresentou o método de esfoliação dentro de um curral, enfatizando que a prática deve ser realizada apenas a cada 15 dias e com fezes frescas. Ela tranquilizou os espectadores afirmando que “isso aqui é apenas capim, porque é o que a vaca vem”. A cena gerou uma divisão de opiniões nas redes sociais, com reações que variaram de espanto a elogios.
O uso de fezes de vaca para cuidados com a pele não é uma prática nova e tem suas raízes em tradições antigas, especialmente na Índia, onde a vaca é considerada sagrada e seus produtos são utilizados em diversos rituais e tratamentos medicinais. Acredita-se que a bosta de vaca possui propriedades antibacterianas e antifúngicas, ajudando a manter a pele limpa e livre de infecções. Além disso, pode hidratar a pele, reduzir inflamações e até uniformizar o tom da pele.
No entanto, médicos e especialistas alertam para os riscos associados a essa prática. A aplicação de esterco fresco na pele pode introduzir microrganismos perigosos, que podem causar infecções e reações alérgicas. Na Índia, o uso de produtos de férias como tratamento alternativo para diversas doenças, incluindo a Covid-19, foi fortemente encorajado pela Associação Médica Indiana devido à falta de evidências científicas e aos riscos de saúde envolvidos.
A publicação de Eduarda gerou uma enxurrada de comentários nas redes sociais. Enquanto alguns usuários expressaram curiosidade e até consideraram experimentar a técnica, outros foram mais críticos. Comentários como “O pior de tudo é que dá certo, né?” e “A pele dela é belíssima” destacou a eficácia percebida do método, enquanto outros manifestaram preocupações sobre o cheiro e a higiene da prática.
Embora o uso de fezes de vaca como esfoliante facial possa ter raízes culturais e ser defendido por seus benefícios naturais, é crucial abordar essa prática com cautela. Consultar dermatologistas e considerar os riscos potenciais para a saúde são passos importantes antes de adotar qualquer tratamento de cuidados com a pele não convencional.



