O futuro de Lewis Hamilton na Ferrari ganhou novo capítulo. Segundo a ESPN britânica, a equipe italiana não pretende renovar o contrato do heptacampeão após o fim da temporada 2026 da Fórmula 1. A passagem do piloto por Maranello, inicialmente tratada como histórica e promissora, não entregou o impacto esperado após sua saída da Mercedes em 2025.
Resultados abaixo do esperado deixam clima de incerteza
Hamilton chegou à Ferrari cercado de expectativas, mas completou 20 corridas sem subir ao pódio. O piloto enfrenta sua maior sequência sem top 3 na carreira e aparece 64 pontos atrás de Charles Leclerc no Mundial, restando quatro etapas para encerrar a temporada. Internamente, fontes consultadas pelo veículo britânico afirmam que “algo não encaixou” entre piloto e equipe, tanto no estilo de trabalho quanto no desenvolvimento do carro.
O contrato de Hamilton, avaliado em cerca de R$ 306 milhões por ano (US$ 57 milhões), assegura vínculo até 2026, mas inclui uma cláusula que permite ao britânico estender a permanência até 2027 caso deseje, limitando a margem de manobra da Ferrari.
Ferrari já observa substitutos e avalia transição
Embora o vínculo ainda esteja em vigor, a Ferrari analisa alternativas para o futuro. Nos bastidores, dois nomes surgem como potenciais sucessores a partir de 2027: Oliver Bearman, atualmente na Haas, e o brasileiro Gabriel Bortoleto, que corre pela Sauber e aparece como um dos talentos em ascensão do grid.
Hamilton mantém planos de seguir na Fórmula 1
Mesmo diante da fase negativa, Hamilton afirma que não cogita aposentadoria. Em entrevista recente à imprensa francesa, garantiu que pretende continuar competindo e ainda se sente motivado para disputar títulos.
Perguntas e respostas:
Sim. A cláusula contratual permite que ele ative a extensão unilateralmente.
O momento é ruim, mas o histórico de sete títulos mantém sua reputação intacta.
Ainda não. Bearman e Bortoleto aparecem como opções, mas não existe decisão oficial.









