Delegado identifica sinais de esganadura e não descarta estupro em corpo de mulher na UFMT em Cuiabá; veja vídeo

Perrengue Mato Grosso

A Polícia Civil encontrou, na manhã desta quinta-feira (24), o corpo de uma mulher de aproximadamente 50 anos dentro de uma área desativada da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá. O delegado Bruno Abreu, responsável pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), confirmou que o pescoço da vítima estava bastante inchado e com marcas que indicam estrangulamento. A mulher estava seminua, vestindo apenas sutiã, e apresentava indícios claros de violência.

Delegado investiga possível estupro seguido de morte

A Polícia Civil ainda não descartou a possibilidade de estupro. O delegado destacou que a perícia do Instituto Médico Legal (IML) será essencial para confirmar se o crime incluiu violência sexual. “Solicitamos coletas específicas para verificar presença de sêmen. Se confirmarmos o estupro, vamos reclassificar o caso para estupro seguido de morte”, explicou Abreu.

Esse tipo de crime, considerado hediondo pela legislação brasileira, pode levar o autor a penas superiores a 30 anos de prisão. Caso haja comprovação da violência sexual, outra unidade da polícia especializada em crimes sexuais assumirá a investigação.

Local do crime permanece abandonado e vulnerável

A área onde a equipe policial encontrou o corpo está abandonada e de fácil acesso. Segundo Bruno Abreu, usuários de drogas costumam frequentar o local. “Identificamos sinais evidentes de uso de entorpecentes. O abandono favorece a ocorrência de crimes como esse”, declarou.

A Polícia Técnica (Politec) realizou a perícia no local e já iniciou a análise de vestígios. A equipe também busca imagens de câmeras de segurança na região para rastrear os últimos movimentos da vítima e tentar identificar o autor do crime.

Perguntas frequentes

Corpo encontrado na UFMT foi vítima de esganadura?

Sim. A Polícia Civil identificou sinais claros de esganadura no pescoço da vítima.

Houve estupro no crime da UFMT?

A Polícia ainda investiga. O IML fará exames para confirmar ou descartar o estupro.

Quem era a mulher encontrada morta na UFMT?

A vítima ainda não foi identificada. Ela não portava documentos nem tinha tatuagens.

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