A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, reafirmou o compromisso do governo federal com a modernização da infraestrutura nacional e celebrou o avanço da chamada Rota da Celulose, um dos principais projetos logísticos em execução no Mato Grosso do Sul. Em publicação recente nas redes sociais, a ministra destacou que a iniciativa prevê mais de R$ 10 bilhões em investimentos e deve beneficiar diretamente 1,2 milhão de pessoas.
O projeto interliga áreas de produção de celulose no estado com rotas de escoamento para o mercado interno e exportação, reduzindo custos logísticos e estimulando a industrialização no Centro-Oeste.
Rota da Celulose: integração logística e retorno econômico
Com a Rota da Celulose, o Mato Grosso do Sul se consolida como polo estratégico da cadeia produtiva florestal. A iniciativa prevê obras em rodovias, ferrovias e terminais de carga, criando um corredor eficiente para a movimentação de insumos e produtos. O objetivo é reduzir o tempo de transporte e melhorar a competitividade da indústria de base florestal.
A estimativa é que o projeto gere milhares de empregos diretos e indiretos, além de atrair novas empresas para a região.
Política pública e planejamento regional
A atuação de Tebet no Ministério do Planejamento tem enfatizado a descentralização de recursos e o fortalecimento do desenvolvimento regional. Com raízes no estado, ela tem liderado a articulação de investimentos que dialogam com as potencialidades locais, buscando promover equilíbrio entre regiões e integrar áreas ainda pouco conectadas à infraestrutura nacional.
Infraestrutura como pilar de um Brasil mais justo
Ao destacar que investir em infraestrutura é investir no futuro, Tebet aponta a necessidade de modernizar a malha logística do país como condição para gerar crescimento sustentável. O discurso reforça a linha do governo federal, que vem apostando em grandes obras para reativar a economia e promover inclusão produtiva.
Perguntas e respostas
É um projeto logístico voltado à cadeia de celulose, com obras de infraestrutura no MS.
Aproximadamente 1,2 milhão de moradores da região.
Mais de R$ 10 bilhões, entre recursos públicos e privados.
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