A recém-lançada série “DNA do Crime”, disponível na Netflix desde 14 de novembro, tem chamado a atenção do público ao explorar uma faceta pouco retratada do cenário criminal brasileiro: as atividades nas fronteiras do país, com ênfase no tráfico.
A produção destaca cidades como Nova Xavantina-MT, Querência-MT, Nova Londrina-PA, e outras localidades do Paraná, evidenciando o domínio de criminosos nessas regiões.
Sob a direção de Heitor Dhalia, a série apresenta uma dinâmica considerada “100% brasileira”, com ações cinematográficas e uma abordagem ousada por parte dos criminosos. A trama envolve a travessia de uma fronteira extensa, com cerca de 17 mil quilômetros, vigiada pela Polícia Federal, que permite aos criminosos assumirem o controle de cidades em países vizinhos, seguido de fugas por rotas diversas que incluem Argentina, Brasil, e Bolívia.
Baseada em investigações e eventos reais, “DNA do Crime” narra a saga dos policiais Benício (Rômulo Braga) e Suellen (Maeve Jinkings), que buscam desvendar a identidade de um grupo de criminosos responsáveis por um assalto de grandes proporções a uma seguradora no Paraguai, próximo à fronteira com o Brasil.




