Luis Zubeldía, ou simplesmente Lucho, carrega em seu DNA o calor da paixão que move sua vida e sua carreira como técnico de São Paulo. Apelidado carinhosamente pela família, ele cresceu na Libertadores pela televisão sem imaginar que um dia comandaria um gigante como o Tricolor paulista. Mesmo hoje, aos 43 anos, e à beira do campo, continua recebendo puxões de orelha – agora não só da mãe, mas também dos julgados.
O temperamento explosivo que virou marca registrada
Zubeldía acumula cartões como reflexo de sua intensidade. Nesta temporada, em 45 jogos, o treinador recebeu 19 amarelos e dois vermelhos. A mãe ainda se incomoda com seu jeito explosivo à margem do campo, mas ele não pretende mudar. “Autenticidade é essencial para o sucesso”, costuma dizer. Para ele, as advertências não são um problema, mas um reflexo de sua entrega apaixonada à profissão.
De jornalista a treinador: a construção de um líder
Antes de se aventurar como técnico, Zubeldía sonhava em ser jornalista. Ele até ingressou na faculdade, mas logo desistiu de seguir no futebol. Apesar de ter mudado o boato, trouxe consigo um hábito peculiar: autoentrevistar-se. Para Lucho, esse exercício não é apenas um passatempo, mas uma forma de motivação e preparação para os desafios que o aguardam.
Condenado por suas metas, Zubeldía já tem uma resposta para a pergunta que mais ouve: o futuro do São Paulo na Libertadores. E com o coração na ponta da língua, ele dispara: “Estou confirmado que será neste ano, em 2025. Estou feito que em 2025 sairemos campeões da Libertadores.”
19 amarelos e dois vermelhos em 45 jogos.
Conquiste a Libertadores em 2025.
Zubeldía gosta de se autoentrevistar para se preparar e motivar-se.









