Familiares, amigos, policiais militares e alunos de um projeto social de jiu-jitsu se reuniram para prestar as últimas homenagens ao cabo da Polícia Militar Renato Oliveira Aragão, de 32 anos. O sepultamento ocorreu na manhã desta quinta-feira (6), no Cemitério Parque Bom Jesus, em Cuiabá.
Renato morreu após ser atingido por seis disparos na terça-feira (4), dentro do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), localizado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, foi apontado como autor dos tiros.
Despedida reúne diferentes momentos da trajetória de Renato
A cerimônia reuniu pessoas que fizeram parte da vida pessoal e profissional do policial militar. Familiares, amigos, colegas de farda e alunos acompanharam a despedida e prestaram homenagens durante o sepultamento.
Além de atuar na Polícia Militar, Renato também trabalhava como professor de jiu-jitsu em um projeto social. Por isso, alunos que tiveram contato com o militar por meio da iniciativa participaram da cerimônia.
A presença dos estudantes marcou uma das frentes de atuação de Renato fora das atividades policiais. O trabalho desenvolvido no projeto aproximava o cabo de crianças e jovens por meio do esporte.
Viaturas acompanham cortejo até o cemitério
Diversas viaturas da Polícia Militar participaram do cortejo até o Cemitério Parque Bom Jesus. Colegas de corporação também acompanharam a cerimônia e se despediram do cabo.
Durante o sepultamento, Renato recebeu uma homenagem em reconhecimento aos serviços prestados ao longo de sua trajetória na Polícia Militar.
A despedida, portanto, reuniu diferentes grupos ligados à história do militar, desde integrantes da corporação até pessoas que conviviam com ele por meio do projeto social de jiu-jitsu.
Cabo foi atingido por seis disparos dentro de Cras
O crime ocorreu na terça-feira (4), dentro do Cras do bairro Cristo Rei, em Várzea Grande. Renato foi atingido por seis disparos e morreu após o ataque.
Jonathan Vieira dos Santos, de 33 anos, foi apontado como responsável pelos tiros. O texto-base não apresenta informações adicionais sobre as circunstâncias que antecederam o crime ou sobre a situação do suspeito.
Renato Oliveira Aragão tinha 32 anos e conciliava sua atuação como policial militar com o trabalho de professor de jiu-jitsu em um projeto social.
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