Ronaldo Angelim fecha com Fortaleza e impede acesso do Mixto à Série A do Brasileiro Feminino

A decisão de Ronaldo Angelim, ídolo histórico do Flamengo, de assumir o comando do projeto feminino do Fortaleza mexeu diretamente com os bastidores do futebol mato-grossense. O acordo garantiu ao clube cearense sua permanência na Série A1 do Campeonato Brasileiro Feminino, frustrando os planos do Mixto, que esperava ser convidado para ocupar a vaga deixada após a desistência inicial do Tricolor do Pici.

Mixto aguardava chance histórica na elite

Com a indefinição sobre a continuidade do Fortaleza na competição, o Mixto monitorava a situação com expectativa alta. O time mato-grossense via a desistência como uma oportunidade de ouro para estrear na elite nacional, mas foi surpreendido pela articulação direta entre Angelim e a diretoria do Fortaleza. O clube, mesmo sem alterar a estrutura jurídica do R4 Futebol Clube — empresa pertencente ao ex-zagueiro — garantiu a manutenção do time feminino na Série A1.

Parceria de última hora muda o rumo da temporada

A entrada de Ronaldo Angelim no projeto foi decisiva. Conhecido por sua postura firme e paixão pelo futebol, o ex-defensor topou liderar a nova fase do departamento feminino do Fortaleza. A iniciativa surge como uma saída estratégica, após o clube ter cogitado se retirar da competição por questões estruturais e orçamentárias. Com a solução interna, a CBF não precisou redistribuir a vaga.

Vitória também se beneficia e entra no lugar do Real Brasília

Além da permanência do Fortaleza, outra mudança impacta a tabela: o Vitória, da Bahia, assumirá a vaga do Real Brasília, que formalizou a desistência. Com isso, o Mixto, mesmo com boa campanha na Série A2, seguirá mais um ano fora da primeira divisão.

Perguntas e respostas:

Ronaldo Angelim pode transformar o futebol feminino do Fortaleza?

A experiência e visibilidade de Angelim podem atrair patrocínios e dar novo fôlego ao projeto.

O Mixto ainda terá chance de subir em 2027?

Se mantiver o desempenho, o Mixto tem boas chances no próximo acesso.

A CBF deveria adotar critérios mais claros em casos de desistência?

Sim, para garantir justiça e previsibilidade às equipes envolvidas.

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