Em discurso durante uma sessão, o deputado Rogério Correia acusou diretamente o presidente da Câmara, Hugo Motta, de ser “covarde” e “subserviente” por privilegiar interesses particulares, como a PEC da Blindagem, em detrimento das urgentes demandas da população brasileira.
A crítica à tramitação da PEC da Blindagem e anistia
Rogério Correia acusou Hugo Motta de covardia por priorizar a PEC da Blindagem e a anistia para os envolvidos em 8 de janeiro. Alegou que o presidente da Câmara cedeu a grupos poderosos que invadiram a mesa diretora, enquanto negligencia pautas populares como a isenção do IR e o fim do regime 6×1. Correia classificou essa postura como subordinação a interesses minoritários contra o povo.
As promessas não cumpridas: onde estão as pautas de interesse social?
Rogério Correia criticou a priorização da PEC da Blindagem e da anistia. Ele afirmou que essa escolha prejudica pautas populares, como a isenção do IR e o fim da jornada 6×1, e mostra que a Câmara se desconecta das necessidades do povo. Correia questionou quanto a população ainda precisaria fazer para ser ouvida e sugeriu, ironicamente, que talvez o povo precise invadir e sentar na cadeira do presidente para conseguir atenção.
A divisão política e a pressão pela mudança
As declarações refletem a polarização na Câmara e a pressão sobre parlamentares para escolher entre interesses populares ou grupos poderosos. A insatisfação com a inação em questões que afetam o povo é um tema recorrente na oposição.
Perguntas e respostas
Correia acusou Motta de covardia por priorizar a PEC da Blindagem em vez de pautas populares como isenção do IR e fim da jornada 6×1.
Correia criticou a falta de discussão sobre a isenção do IR e o fim da jornada 6×1, pautas essenciais para os trabalhadores.
Correia sugeriu que protestos radicais podem ser necessários para forçar a discussão de pautas sociais na Câmara.









