Na ultima quarta-feira (26), a Polícia Civil, em parceria com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em uma ação de fiscalização, desarticulou uma rinha de galos na região do Engordador, em Várzea Grande.
A Delegacia de Meio Ambiente (Dema) e agentes ambientais da Sema coordenaram uma operação no local, que supostamente servia para combates ilegais entre os animais, após uma denúncia anônima.
Indícios de maus-tratos
Ao chegar ao local, a equipe encontrou uma cocheira que abrigava vários galos, galinhas e pintinhos. Alguns galos apreendidos apresentavam lesões evidentes, como cristas cortadas e esporas mutiladas, características comuns em rinhas.
Além disso, a equipe encontrou diversos objetos utilizados para as lutas, como arena de combate, equipamentos de ventilação, seringas e substâncias para o preparo dos animais.
Apetrechos para aprimorar a tortura animal
A operação também revelou uma série de apetrechos associados à prática de rinha de galos. Entre os itens encontrados estavam esporas artificiais, biqueiras e buchas, usadas para aumentar o poder de combate dos galos. A presença desses materiais reforça a evidência de que a prática de maus-tratos ocorria frequentemente no local.
Apreensão de animais
A equipe levou os 14 galos apreendidos para análise pericial, enquanto conduziram o proprietário da propriedade à unidade policial. As autoridades investigarão o caso sob a acusação de crime ambiental e maus-tratos a animais, conforme a legislação vigente.
A rinha de galos é uma atividade proibida por violar gravemente os direitos dos animais, acarretando sérias consequências legais para os responsáveis.
Organizar rinhas de galos pode resultar em prisão e multa
A rinha de galos é uma prática ilegal onde galos são forçados a lutar entre si, muitas vezes até a morte, sendo uma forma cruel de entretenimento e aposta.
Além das lesões físicas evidentes, a rinha de galos causa estresse extremo nos animais, comprometendo sua saúde e bem-estar.







