Representantes de 23 entidades ligadas às polícias Civil, Militar e Penal reforçaram, nesta terça-feira (18), uma mobilização nacional que chama atenção para as condições de trabalho das forças de segurança em todo o Brasil. O ato ocorreu no Largo São Francisco, em São Paulo, e reuniu servidores que buscam valorização, estrutura adequada e reconhecimento profissional.
Mobilização destaca desafios enfrentados pelas categorias
Durante a manifestação, integrantes das entidades ressaltaram que a rotina das polícias no país exige preparo, risco diário e efetivo compromisso institucional. Por isso, os profissionais defendem melhorias estruturais e funcionais, consideradas essenciais para garantir eficiência e segurança à população.
Para a Polícia Civil, o pedido prioritário é a apresentação da nova Lei Orgânica, vista como instrumento necessário para modernizar a instituição. Já policiais militares e penais apontam que a defasagem salarial e a sobrecarga de trabalho comprometem o desempenho das categorias.
Entidades buscam diálogo e avanços concretos
De acordo com o delegado André Santos Pereira, presidente da Associação dos Delegados de Polícia (Adpesp), o movimento tem caráter técnico e institucional. Ele afirmou que o objetivo é fortalecer a pauta da segurança pública em nível nacional, chamando atenção para a importância da categoria.
“Estamos dando um passo firme na busca por resultados concretos. Segurança pública exige condições reais de trabalho, preparo e investimento contínuo”, destacou o delegado durante o ato.
Reuniões seguem como tentativa de avanço
A mobilização ocorreu após representantes das entidades se reunirem, ainda pela manhã, com membros da cúpula da Segurança Pública paulista. No encontro, os profissionais solicitaram encaminhamentos urgentes para as pautas da categoria e reforçaram a necessidade de diálogo permanente.
As entidades afirmam que continuarão acompanhando as discussões e reforçando a mobilização até que haja progresso efetivo.
Perguntas e respostas
As polícias Civil, Militar e Penal pedem valorização profissional, melhores salários e modernização estrutural.
Ela moderniza normas internas, atualiza regras da instituição e melhora as condições de atuação dos servidores.
Não. As entidades reforçaram que o ato tem foco institucional e busca melhorias para a segurança pública como serviço essencial.






