Uma cobertura que deveria informar sobre o desaparecimento de uma adolescente terminou em uma cena perturbadora no município de Bacabal, no Maranhão. Durante a entrada ao vivo sobre o sumiço de Raíssa, de 13 anos, um repórter pisou acidentalmente no corpo da jovem, que havia se afogado no rio.
Imagens divulgadas nas redes sociais viralizaram; veja vídeo:
Repórter pisa em c0rpo de jovem af0gada durante cobertura ao vivo; veja vídeo pic.twitter.com/3GHSGtdYf9
— Perrengue2 (@perrengue2025) July 12, 2025
Repórter se assusta ao perceber presença do corpo
No vídeo que circula nas redes sociais, o repórter entra na água para mostrar a situação do alagamento e interrompe a fala ao sentir algo estranho sob os pés. “Eu acho que tem um negócio aqui no fundo da água”, disse, visivelmente assustado. Na sequência, recuou e afirmou: “Não, eu não vou não, tenho medo.” Minutos depois, equipes do Corpo de Bombeiros confirmaram a presença do corpo submerso, que foi removido da água com apoio de mergulhadores.
Cidade se comove com morte e presta homenagens
A morte de Raíssa comoveu moradores da cidade. A escola onde a adolescente estudava decretou luto oficial de três dias, e colegas organizaram uma vigília em sua homenagem. O velório e o enterro ocorreram no mesmo dia, reunindo familiares, amigos e moradores da comunidade. A Polícia Civil encaminhou o corpo ao Instituto Médico Legal (IML), que confirmou afogamento acidental, sem sinais de violência.
Como o afogamento aconteceu
O caso teve início quando a adolescente Raíssa, de 13 anos, foi tomar banho no Rio Mearim com amigas. Durante o momento de lazer, ela se afogou e desapareceu nas águas, gerando preocupação entre familiares e mobilizando a comunidade local.
Após o desaparecimento, equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Maranhão (CBMMA) iniciaram as buscas. No dia seguinte, 30 de junho, mergulhadores retomaram os trabalhos no local onde a jovem havia sido vista pela última vez.
Perguntas frequentes:
Segundo o IML, ela morreu por afogamento acidental, sem sinais de violência.
No município de Bacabal, no Maranhão.
Não. Ele se assustou ao pisar no corpo, sem saber do que se tratava.



