Relatório da ONU acusa Israel de genocídio contra crianças na Faixa de Gaza; veja vídeo

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Comissão aponta mortes de milhares de crianças e afirma que ataques atingiram deliberadamente a população infantil

A Comissão de Inquérito da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Território Palestino Ocupado, incluindo Jerusalém Oriental e Israel, afirmou em relatório divulgado nesta semana que autoridades e forças militares israelenses cometeram atos classificados como genocídio ao atingirem deliberadamente crianças na Faixa de Gaza.

O documento apresentado pela comissão aponta que aproximadamente 30% das vítimas fatais registradas durante o conflito eram crianças. Segundo os dados reunidos pela investigação, entre 7 de outubro de 2023 e 7 de outubro de 2025, ao menos 20 mil crianças morreram e mais de 44 mil ficaram feridas em decorrência da guerra.

Impactos sobre a população infantil

A comissão destaca que crianças foram afetadas de maneira desproporcional pelas operações militares realizadas na Faixa de Gaza. O relatório aponta mortes, ferimentos graves, deslocamentos forçados e dificuldades de acesso a serviços essenciais, como saúde, alimentação e educação.

Segundo os investigadores, os danos sofridos pela população infantil representam uma das consequências mais graves do conflito e exigem atenção imediata da comunidade internacional.

Acusações e repercussão

A utilização do termo “genocídio” pela comissão da ONU amplia a pressão internacional sobre Israel e deve provocar novos debates diplomáticos e jurídicos nos próximos meses.

As conclusões do relatório integram uma investigação independente conduzida pela comissão e poderão ser analisadas por organismos internacionais responsáveis pela apuração de possíveis violações do direito humanitário e dos direitos humanos.

Conflito segue gerando preocupação internacional

A guerra na Faixa de Gaza continua sendo um dos principais focos de preocupação da comunidade internacional devido ao elevado número de vítimas civis e aos impactos humanitários na região.

Diversos organismos internacionais têm defendido a proteção da população civil, especialmente de crianças, mulheres e idosos, além da ampliação da assistência humanitária e de esforços diplomáticos para reduzir a violência.

O conflito permanece sendo acompanhado por organizações internacionais, governos e entidades de direitos humanos, que seguem cobrando medidas para proteger civis e responsabilizar eventuais violações do direito internacional.

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