A Polícia Civil do Acre investiga quatro atletas da Associação Desportiva Vasco da Gama (Vasco-AC) por suspeita de estupro coletivo contra duas mulheres. O caso ocorreu na madrugada da última sexta-feira (13), dentro do alojamento do clube, em Rio Branco.
Segundo a investigação, uma das mulheres procurou atendimento médico e relatou violência sexual. De acordo com os relatos, ela teria marcado um encontro consensual com um dos jogadores. No entanto, a situação teria evoluído para um suposto ato de violência envolvendo outros três atletas.
Prisões e medidas judiciais
A polícia identificou os jogadores como Erick Luiz Serpa Santos Oliveira, Matheus Silva, Brian Peixoto Henrique Iliziario e Alex Pires Júnior. Erick foi preso em flagrante no sábado (14). A Justiça converteu a prisão em preventiva no domingo (15).
Os demais atletas tiveram mandados de prisão temporária expedidos. Eles se apresentaram à polícia na terça-feira (17). Após audiência de custódia realizada na quarta-feira (18), a Justiça manteve a prisão temporária por até 40 dias.
A Polícia Civil conduz as investigações e deve ouvir testemunhas nos próximos dias. O inquérito apura as circunstâncias do caso e busca esclarecer a participação de cada envolvido.
Nota oficial do clube
O Vasco-AC divulgou nota e informou que tomou conhecimento das informações divulgadas publicamente. O clube afirmou que adotou medidas administrativas internas e que colaborará integralmente com as autoridades.
A direção declarou que não compactua com qualquer forma de violência e que adotará providências conforme o andamento das investigações.
Impacto esportivo e institucional
O caso ocorre em meio à participação do clube em competições regionais e na Copa do Brasil. A repercussão do episódio gera pressão institucional e pode impactar o ambiente esportivo da equipe.
A investigação segue em andamento. A Justiça decidirá os próximos passos após a conclusão do inquérito.
Perguntas e respostas:
No alojamento do Vasco-AC, em Rio Branco.
Quatro atletas.
Um está em prisão preventiva e três cumprem prisão temporária.









