Adolescentes tentam afogar segundo cão; Veja vídeo

Vídeo

Quatro adolescentes investigados por agredir brutalmente o cão Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis (SC), podem ter tentado afogar um segundo animal no mar. A informação foi apurada com exclusividade pela coluna Mirelle Pinheiro e está sendo investigada pela Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC).

Imagens que circulam nas redes sociais mostram os jovens tentando afogar o cão Caramelo. A polícia analisará o vídeo para identificar os responsáveis e confirmar a dinâmica do crime.

Reproducao: Metropoles

Dois episódios distintos

O delegado Ulisses Gabriel detalhou que existem dois casos de maus-tratos. No caso do Orelha, o animal foi agredido com um instrumento contundente, mas não há registro em vídeo. Já Caramelo aparece nas imagens sendo jogado no mar pelos adolescentes.

A polícia coleta depoimentos de testemunhas e outros elementos de prova para cada incidente. As autoridades investigam se os dois crimes estão relacionados e se os mesmos adolescentes cometeram ambos. “No caso Caramelo há vídeo; no caso do Orelha, testemunhas e outros elementos confirmam a agressão”, afirmou o delegado.

Investigação em curso

As equipes analisam se os episódios refletem um padrão de comportamento e estudam possíveis medidas socioeducativas para os envolvidos. A investigação inclui a verificação das imagens, entrevistas com moradores da região e checagem de informações complementares.

Ainda não há definição sobre punições ou encaminhamentos legais, e a polícia mantém sigilo sobre detalhes que possam comprometer a apuração.

Repercussão e alerta

O caso gerou comoção nas redes sociais e mobilizou organizações de proteção animal. Especialistas destacam que denúncias de maus-tratos são fundamentais e que crimes contra animais configuram infração passível de punição conforme a lei.

Quem são os adolescentes investigados?

Quatro jovens ligados à agressão do cão Orelha.

Existe vídeo do ataque a Caramelo?

Sim, o cão aparece sendo jogado no mar.

Há provas do caso Orelha?

Sim, testemunhas e outros elementos confirmam o crime, mesmo sem registro em vídeo.


Karolina silva

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