Protestos contra Lula e STF mobilizam São Paulo e Belo Horizonte

Neste domingo, 14 de julho de 2024, manifestantes se reuniram em São Paulo, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp), para protestar contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o evento, os participantes pediram a prisão de Lula, entoando o grito “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”. Além disso, eles seguraram placas verdes e amarelas com frases como “Fora Lula” e “Rodrigo Pacheco covarde”, criticando também o presidente do Senado​.

Protesto em Belo Horizonte

Simultaneamente, em Belo Horizonte, manifestantes se reuniram para expressar seu descontentamento com Lula e o STF. Vídeos divulgados nas redes sociais mostraram pessoas segurando bandeiras do Brasil e placas pedindo a saída do ministro Alexandre de Moraes, conhecido como “Xandão”. Dessa forma, as críticas seguiram a mesma linha dos protestos em São Paulo, refletindo a insatisfação em diferentes partes do país.

Organização e discurso

Os atos, organizados por Guilherme Sampaio e Marco Antônio Costa, do Movimento Liberdade, foram divulgados na sexta-feira, 12 de julho, pela deputada Carla Zambelli (PL-SP). Durante a manifestação na Avenida Paulista, Zambelli discursou segurando um “pixuleco” – boneco inflável de Lula vestido de presidiário – e atacou o presidente Lula, mencionando um pedido de impeachment assinado por 144 deputados. Ela chamou Lula de “ladrão” e “analfabeto político”, entre outras críticas contundentes. Portanto, a manifestação em São Paulo teve uma presença significativa e vocal.

Reivindicações e impacto

Os manifestantes demonstraram crescente insatisfação com a administração de Lula e as decisões do STF. Assim, eles pressionam por mudanças significativas, incluindo a destituição de membros do STF e a retirada de Lula da presidência. A manifestação, embora pacífica, teve uma retórica intensa contra as principais figuras do governo e do Judiciário brasileiro.

Esses protestos destacam a polarização política no Brasil e a força dos movimentos de oposição. A continuidade dessas manifestações pode indicar uma escalada nas tensões políticas nas próximas semanas, com novos atos já planejados pelos grupos de oposição. Em resumo, a situação política do país permanece tensa e complexa.

Fabio Olavarria

Curtiu? Compartilhe

Ajuda a espalhar a notícia — manda no grupo.

Continue lendo