A crise hídrica em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, tem gerado uma onda de protestos nas principais avenidas da cidade. Na última sexta-feira (14), moradores do bairro Colinas Verdejantes tomaram as ruas para manifestar sua indignação com a falta de água. Após uma forte chuva que atingiu a cidade, os manifestantes bloquearam a via principal, queimando madeiras e outros objetos.
Protesto contra falta de água fecha principal via do Colinas Verdejantes em Várzea Grande; veja vídeo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) February 15, 2025
A crise hídrica em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, tem gerado uma onda de protestos nas principais avenidas da cidade. pic.twitter.com/sgUOscdqJx
Com cartazes em mãos, os moradores gritavam palavras de ordem: “Queremos água, queremos água”. A manifestação refletiu o desespero da população, que sofre com torneiras secas por dias ou até semanas, afetando a rotina e a qualidade de vida dos várzea-grandenses.
Crise hídrica paralisa bairros e gera revolta
A falta de água afeta diversas regiões de Várzea Grande há semanas. Residências, comércios, escolas e hospitais sofrem com torneiras secas, dificultando atividades essenciais como higiene, alimentação e limpeza. Moradores denunciam que o abastecimento falha com frequência e, em alguns bairros, a água não chega há dias.
Mesmo após uma forte chuva na sexta-feira, o serviço de distribuição não se normalizou. O cenário revolta a população, que cobra respostas das autoridades e medidas urgentes para solucionar o problema.
Autoridades silenciam sobre a situação
Até o momento, a prefeitura e o Serviço de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE-VG) não apresentaram um plano emergencial para garantir o fornecimento regular de água. Moradores relatam que a falta de posicionamento agrava ainda mais a indignação da população.
A Polícia Militar e a Guarda Municipal não confirmaram presença durante os protestos. Sem um canal de diálogo aberto, a população segue recorrendo às ruas para pressionar o poder público.
Perguntas frequentes
A cidade cresce rápido, mas a infraestrutura de abastecimento não acompanha. Vazamentos, falta de manutenção e problemas na distribuição agravam a crise.
Sem investimentos urgentes, a crise pode se arrastar por tempo indeterminado. Autoridades ainda não apresentaram soluções concretas.
Protestar, denunciar ao Ministério Público e cobrar ações da prefeitura e do DAE-VG. Mobilização popular já gerou mudanças em outras cidades.




