Na manhã desta quarta-feira (04), por volta das 9h30, um incidente incomum chamou a atenção no centro de Cuiabá. Um homem foi filmado enquanto colava cartazes publicitários em postes e pontos de ônibus na cidade, sem autorização, promovendo empréstimos de uma empresa.
O flagrante foi feito por um morador da região, que indignado com a irregularidade, decidiu gravar e divulgar o vídeo nas redes sociais. Nas imagens, o homem aparece realizando a ação como se estivesse fazendo algo comum, sem mostrar receio de ser penalizado. A gravação logo se espalhou pela internet, gerando discussões sobre a falta de respeito às leis de publicidade urbana e a necessidade de fiscalização rigorosa sobre práticas ilegais.
Irregularidade pode gerar multa de até R$ 4 mil
A legislação de Cuiabá proíbe a fixação de cartazes em locais públicos sem a devida autorização. De acordo com a norma, quem desrespeitar essa regra pode ser multado em até R$ 4 mil. A prefeitura da cidade busca coibir a poluição visual e organizar o espaço público, mas, como vimos, nem todos seguem essas regulamentações.
Apesar de cometer uma infração, o homem no vídeo agiu com total naturalidade, como se não estivesse fazendo nada errado. Esse comportamento revela uma percepção equivocada de que essas ações não têm impacto ou consequência.
Poluição visual e prejuízo para a cidade
A ação de colar cartazes ilegalmente afeta não só a estética da cidade, mas também o funcionamento urbano. A poluição visual prejudica a paisagem e pode até atrapalhar a visibilidade de placas de sinalização e outros elementos essenciais para a circulação e segurança da população. Para muitos moradores e visitantes de Cuiabá, a presença de cartazes desordenados em locais públicos transmite uma sensação de desorganização.
Perguntas frequentes
É ilegal porque essa prática gera poluição visual e desorganiza o espaço público, além de violar as leis municipais de publicidade.
A multa pode chegar a até R$ 4 mil.
O vídeo mostrou o homem agindo normalmente, sem demonstrar qualquer receio de ser multado pela prática ilegal.



