A eliminação da Portuguesa na Copa do Brasil gerou forte reação nos bastidores. Após perder por 3 a 2 para o Paysandu, no Canindé, o clube paulista enviou uma representação formal à Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A diretoria contesta decisões da arbitragem e cobra mudanças urgentes. O confronto, válido pela quarta fase da competição, terminou com reclamações intensas da equipe mandante.
Gols contestados levantam suspeitas no jogo
A Portuguesa questiona diretamente dois gols do Paysandu. Segundo o clube, a arbitragem validou os lances mesmo com toque de mão nas jogadas. A reclamação se baseia na Regra 12 da IFAB, que trata de infrações como mão na bola. Os dirigentes afirmam que os erros influenciaram diretamente no resultado final. A equipe considera que as decisões comprometeram a justiça da partida.
Expulsão gera revolta e amplia crise
Outro ponto central da reclamação envolve a expulsão do zagueiro Eduardo Biazus. A Portuguesa avalia que o árbitro aplicou o cartão vermelho de forma equivocada. A decisão impactou o andamento do jogo. Com um jogador a menos, o time perdeu força defensiva e teve dificuldades para reagir. O episódio aumentou a insatisfação interna.
Ausência do VAR entra no centro do debate
Além dos lances específicos, o clube criticou a ausência do árbitro de vídeo (VAR) nesta fase da Copa do Brasil. A diretoria questiona a CBF e pede a implementação da tecnologia em fases iniciais de competições nacionais. A Portuguesa também solicitou o uso do VAR na Série D do Campeonato Brasileiro, que começa em abril. O pedido reforça um debate antigo sobre igualdade de condições nas competições.
Perguntas e respostas:
Por causa de gols validados com suposto toque de mão.
A expulsão do zagueiro Eduardo Biazus.
A implementação do VAR nas fases iniciais das competições.



