Em uma postagem recente no Instagram, o suplente de vereador Leo Rondon denunciou a situação crítica enfrentada pela população PCD (Pessoas com Deficiência) de Várzea Grande. Segundo ele, há meses, essas pessoas e suas famílias não recebem itens de higiene pessoal e medicamentos essenciais, mesmo com repasses federais destinados a cobrir esses custos.
Falta de pagamento pela Prefeitura gera crise
O governo federal repassa recursos ao município através do Ministério da Saúde, mas a Prefeitura de Várzea grande não tem efetuado o pagamento à empresa responsável pela distribuição dos itens. O problema, segundo Rondon, já vem da gestão anterior, do ex-prefeito Calil, e persiste na administração atual, liderada pela prefeita Flávia Moretti. A falta de solução tem deixado a população PCD em situação de vulnerabilidade.
Leo Rondon promete acompanhar de perto o caso
O suplente de vereador esteve na Câmara Municipal para acompanhar de perto a luta das famílias afetadas. Ele afirmou que continuará pressionando por uma solução e que voltará a abordar o assunto nos próximos dias. A postagem de Rondon gerou repercussão nas redes sociais, com muitos moradores expressando apoio e indignação.
O que esperar dos próximos dias?
A situação coloca em xeque a eficiência da gestão pública em Várzea Grande. Enquanto a população PCD aguarda uma resposta, a pressão sobre a Prefeitura tende a aumentar. A questão também levanta debates sobre a transparência no uso dos recursos federais.
Perguntas e Respostas
- Qual o papel do governo federal nessa situação?
O Ministério da Saúde repassa recursos para a compra de itens de higiene e medicamentos, mas a Prefeitura é responsável por executar o pagamento. - Há quanto tempo o problema persiste?
A falta de pagamento e a consequente falta de itens essenciais já se arrastam por meses, desde a gestão anterior. - O que Leo Rondon pretende fazer?
Ele promete acompanhar o caso de perto e pressionar por uma solução imediata para a população PCD.



