Policial é preso por ajudar homem que atirou na nuca de jovem em Cuiabá; veja vídeo

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Um policial militar do 9º Batalhão foi detido nesta segunda-feira (17) durante as investigações sobre a morte de Ana Cristina Pacheco Matos, de 20 anos, no bairro Alvorada, em Cuiabá. A jovem morreu após ser atingida por um tiro na nuca dentro de uma residência.

Segundo as informações disponíveis, os investigadores apuram a suspeita de que o militar tenha prestado apoio após o crime. Ele foi conduzido à Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), onde presta depoimento.

Criança de 3 anos estava dentro da residência

Ana Cristina foi encontrada ferida na manhã de sábado (15). O filho dela, de apenas 3 anos, estava dentro da residência e foi localizado sozinho após o disparo.

Familiares encontraram a jovem caída no chão e com intenso sangramento. Em seguida, ela foi encaminhada ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), mas não resistiu aos ferimentos.

De acordo com informações apuradas pela polícia, Ana Cristina teria discutido com o atual namorado durante a noite. Por volta das 6h30 da manhã seguinte, moradores ouviram um barulho semelhante a um disparo.

Suspeito teria deixado local em motocicleta preta

Pouco depois do barulho, testemunhas relataram ter visto um homem deixando o imóvel em uma motocicleta preta. O principal suspeito do assassinato é o namorado da vítima, um homem de 43 anos conhecido como “Pepi”.

Conforme as informações apresentadas no caso, ele ainda não havia sido localizado. O delegado Bruno Abreu, da DHPP, informou que Ana Cristina foi atingida por um disparo na nuca.

A polícia também apura informações sobre o relacionamento entre a jovem e o suspeito. Os dois teriam iniciado a relação cerca de duas semanas antes e enfrentavam conflitos. A vítima também teria manifestado intenção de reatar com o ex-companheiro.

DHPP apura possível feminicídio e participação de policial

A DHPP investiga a morte de Ana Cristina como possível feminicídio. Paralelamente, os investigadores buscam esclarecer qual teria sido a participação do policial militar detido nesta segunda-feira.

A apuração deverá determinar se o militar efetivamente prestou algum tipo de apoio depois do assassinato e em quais circunstâncias isso teria ocorrido. O principal suspeito do crime ainda era procurado conforme as informações disponíveis.

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