Policiais penais impediram que celulares, drogas e armas artesanais chegassem aos detentos da Penitenciária Major Eldo de Sá Correia, em Rondonópolis, durante o feriado de Carnaval. As equipes reforçaram a segurança e neutralizaram drones que transportavam pacotes ilegais, além de apreenderem visitantes que tentavam entrar com entorpecentes.
Drones não passam pelo cerco policial
Entre 1º e 4 de março, os agentes de segurança confiscaram 12 celulares, carregadores, fones de ouvido, porções de maconha e fumo, facas artesanais e até varas de pesca. Facções criminosas usaram drones para tentar levar esses materiais para dentro da unidade, mas as equipes de vigilância agiram rapidamente e impediram a entrega.
Os criminosos insistem nesse método. Apenas entre 2024 e o início de 2025, policiais penais apreenderam 20 drones sobrevoando o presídio, todos carregados com celulares e acessórios.
Ações estratégicas frustram o tráfico prisional
Os agentes mantiveram a vigilância constante e interceptaram vários pacotes ilegais antes que chegassem às celas.
- 1º de março (sábado): Policiais abateram um drone que tentava soltar um pacote na laje do Raio 2. Dentro, estavam celulares e acessórios. No mesmo dia, os agentes flagraram uma visitante com cocaína escondida na região pélvica. Após atendimento médico, ela foi presa em flagrante.
- 2 de março (domingo): Outro drone sobrevoou os raios 2 e 3, mas os policiais localizaram e confiscaram o pacote, que continha cinco celulares, um tablete de maconha, fumo e fones de ouvido. Durante a revista no Raio 2, os agentes apreenderam mais quatro porções de maconha e um celular analógico.
- 4 de março (terça-feira de Carnaval): A segurança da penitenciária interceptou mais um pacote ilegal, contendo quatro smartphones, carregadores, cabos USB, fones de ouvido e duas varas de pesca. Durante a revista nas celas do Raio 2, os policiais apreenderam três facas artesanais.
Segurança se mantém firme no combate ao crime
As ações no Carnaval impediram que detentos recebessem celulares e drogas, mostrando a eficiência do trabalho policial. O uso de drones por criminosos exige que o sistema prisional adote respostas cada vez mais rápidas e tecnológicas.
A segurança nos presídios segue firme no combate ao crime organizado, impedindo que facções fortaleçam seu poder dentro das unidades prisionais.
Perguntas frequentes
Facções pilotam drones para transportar celulares, drogas e outros itens ilegais, tentando driblar a segurança aérea das penitenciárias.
Os policiais confiscam os drones, usam como prova em investigações e analisam para melhorar as estratégias de segurança.
Os agentes monitoram o espaço aéreo, usam equipamentos antidrone e abatem os dispositivos quando necessário.









