Polícia Federal desmantela quadrilha milionária de lavagem de dinheiro ligada ao tráfico em Mato Grosso; veja vídeo

A Polícia Federal executou, nesta sexta-feira (25), a Operação Extractus em Cuiabá e Cáceres, com o objetivo de desarticular uma rede criminosa especializada na lavagem de dinheiro do tráfico de drogas. Os agentes prenderam quatro suspeitos, cumpriram seis mandados de busca e apreensão e bloquearam R$ 15 milhões em bens ligados ao esquema.

A operação mobilizou 20 policiais federais, que agiram com base em ordens emitidas pelo Núcleo de Inquéritos Policiais (NIPO) de Cuiabá. A PF priorizou a descapitalização da quadrilha e o alvo foram integrantes com papel estratégico dentro da organização.

Quadrilha nacional movimentava milhões para traficantes

Durante a investigação, a PF descobriu que narcotraficantes de várias regiões do país transferiam grandes quantias de dinheiro para intermediários em Mato Grosso. Esses operadores utilizavam métodos financeiros complexos para esconder a origem ilícita do capital e reintroduziam o dinheiro na economia formal.

Os criminosos simulavam legalidade por meio de empresas de fachada, laranjas e transações com aparência regular, o que permitia a livre movimentação do dinheiro sujo. A PF rastreou essas transações e comprovou o vínculo direto com o tráfico de drogas.

Crimes e penas previstas podem levar até 18 anos de prisão

A Polícia Federal indiciou os investigados por organização criminosa e lavagem de dinheiro, crimes que podem resultar em até 18 anos de reclusão. Além das prisões e do bloqueio patrimonial, os agentes continuam analisando documentos, extratos bancários e registros contábeis apreendidos durante a operação.

Perguntas frequentes

Quem são os presos na Operação Extractus da Polícia Federal?

A Polícia Federal não divulgou os nomes dos detidos para preservar o sigilo da investigação.

Quanto dinheiro a quadrilha lavou em Mato Grosso?

A PF estima que o grupo movimentou cerca de R$ 15 milhões em bens e valores ilícitos.

A operação vai ter novas fases?

Sim. A PF já indicou que novas fases estão previstas com base nos dados apreendidos.

Mhylenna

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