Nesta segunda-feira (17), a Guarda Municipal de Várzea Grande (GMVG) localizou mais duas ossadas humanas em um cemitério clandestino, elevando o número de corpos encontrados para quatro. A equipe, sob a supervisão do Inspetor GM Duarte, confirmou a presença das novas ossadas na mesma área onde, na semana passada, havia encontrado as primeiras.
A Polícia Civil e o Instituto Médico Legal (IML) já trabalham na identificação das vítimas e investigam possíveis conexões entre os corpos. As autoridades acreditam que o local pode servir como ponto de desova de vítimas de crimes violentos.
Investigações avançam na identificação das vítimas
Na quarta-feira (12), a GMVG encontrou as duas primeiras ossadas no bairro Vila Pirineu. As vítimas estavam decapitadas, o que reforça a hipótese de execução. Uma denúncia anônima levou a equipe ao local, onde as covas estavam separadas por cerca de 400 metros.
O delegado Caio Albuquerque investiga se os corpos pertencem a dois dos cinco trabalhadores maranhenses desaparecidos desde 9 de janeiro ou a um pai e filho que sumiram em dezembro do ano passado. Peritos analisam roupas encontradas para ajudar na identificação e utilizam exames de DNA para confirmar as identidades.
Autoridades intensificam buscas por mais corpos
A Polícia Civil suspeita que outras vítimas estejam enterradas na área e ampliou as buscas na região. Equipes utilizam drones e cães farejadores para mapear possíveis novas covas.
A localização e o estado dos corpos indicam que criminosos podem ter usado o local repetidamente para ocultar cadáveres. A polícia investiga ligações com organizações criminosas e busca identificar os responsáveis pelos crimes.
Perguntas frequentes
A polícia encontrou quatro ossadas humanas e investiga a conexão dos corpos com desaparecidos recentes. As buscas continuam para localizar mais vítimas.
As investigações apontam para trabalhadores maranhenses desaparecidos ou um pai e filho sumidos desde dezembro. Exames de DNA devem confirmar as identidades.
Equipes ampliaram as buscas com drones e cães farejadores. A polícia acredita que o local pode esconder mais vítimas.


