Polícia Civil localiza e prende condenado por estelionato escondido em Rondonópolis; veja vídeo

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A Polícia Civil prendeu, na tarde de terça-feira (21), um homem de 56 anos condenado por estelionato pela Justiça de São Paulo. Os policiais localizaram o foragido no bairro Santa Clara II, em Rondonópolis, e cumpriram o mandado de prisão definitiva expedido pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Fernandópolis (SP). Em seguida, a equipe levou o condenado para a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), realizou os procedimentos legais e o apresentou ao Poder Judiciário para o início do cumprimento da pena de 2 anos e 4 meses de reclusão em regime inicialmente fechado.

Investigadores localizaram o condenado após diligências

Assim que recebeu o mandado judicial, a equipe da Derf de Rondonópolis iniciou as diligências para encontrar o condenado. Os investigadores levantaram informações, analisaram os dados obtidos e identificaram o paradeiro do homem no bairro Santa Clara II.

Logo depois, os policiais foram até o endereço identificado durante a investigação, abordaram o condenado e cumpriram a ordem judicial. A equipe realizou a prisão sem intercorrências, conduziu o homem até a delegacia e concluiu todos os procedimentos previstos em lei.

Justiça determinou o cumprimento imediato da pena

A 2ª Vara Criminal da Comarca de Fernandópolis expediu o mandado de prisão após o trânsito em julgado da condenação. Como a decisão se tornou definitiva, a Justiça determinou o cumprimento imediato da pena.

Após concluir os procedimentos na Derf, a Polícia Civil colocou o condenado à disposição do Poder Judiciário, que dará continuidade à execução da sentença.

Estelionato continua entre os crimes patrimoniais mais praticados

O artigo 171 do Código Penal define o estelionato como o ato de obter vantagem ilícita por meio de fraude, induzindo ou mantendo a vítima em erro. Atualmente, criminosos utilizam diferentes estratégias para aplicar esse tipo de golpe, principalmente em ambientes digitais.

Por isso, as autoridades orientam a população a desconfiar de ofertas muito vantajosas, confirmar a identidade de vendedores e evitar transferências bancárias sem verificar a autenticidade das informações. Essas medidas reduzem o risco de prejuízos financeiros.

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