Um hospital interditado em Cuiabá, cujo nome não foi revelado, foi alvo de mandado de busca e apreensão, na manhã desta quinta-feira (18.04), pela Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon), com o apoio da Vigilância Sanitária Municipal da Capital.
Conforme a Polícia Civil, no local, durante o cumprimento do mandado expedido pelo Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá (NIPO), os policiais civis encontraram no segundo piso do hospital, em uma sala trancada no meio da construção, diversas caixas com prontuários médicos de pacientes que realizaram plásticas quando o hospital já estava proibido de realizar procedimentos cirúrgicos. Também foram apreendidos atestados médicos e comprovantes de pagamento.
Na ação que se desenvolveu nesta manhã, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor, junto com a Vigilância Sanitária Municipal, intensificou as investigações sobre práticas ilícitas no hospital interditado de Cuiabá. O mandado de busca e apreensão, expedido pelo Núcleo de Inquéritos Policiais de Cuiabá (NIPO), possibilitou uma verificação minuciosa do estabelecimento, especialmente em áreas menos acessíveis ao público.
No segundo piso, especificamente em uma sala trancada e localizada centralmente na estrutura do edifício, os agentes descobriram uma quantidade significativa de caixas contendo prontuários médicos. Estes documentos são de extrema importância para a investigação, pois evidenciam que o hospital continuou a realizar cirurgias plásticas mesmo após a proibição oficial de tais práticas.
A presença de atestados médicos e comprovantes de pagamento entre os itens apreendidos adiciona outra camada de complexidade ao caso, sugerindo uma possível continuidade nas operações ilegais e um descaso com as regulamentações vigentes.
Esta operação destaca a importância da vigilância contínua e da ação rápida das autoridades para proteger os direitos dos consumidores e garantir a segurança do paciente. A descoberta também levanta preocupações significativas sobre a ética médica e o cumprimento das leis no setor de saúde. A investigação segue em andamento, com a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária avaliando toda a documentação apreendida para determinar o alcance das irregularidades e as medidas legais apropriadas a serem tomadas.
Via VGN




