Na tarde de sexta-feira (16), policiais militares de Matupá, no norte de Mato Grosso, prenderam em flagrante um homem que violou medida protetiva expedida pela Justiça. A ex-companheira do suspeito acionou a PM imediatamente após perceber a aproximação indevida. A guarnição chegou ao local rapidamente e efetuou a prisão no ato, antes que o caso evoluísse para agressão física.
Polícia Militar atua com rigor e protege vítimas
O 15° Comando Regional da PM reforçou o compromisso com a proteção da vida e a prevenção do feminicídio. A unidade age diretamente para interromper ciclos de violência e garante amparo às vítimas, com foco total na ação preventiva e repressiva contra agressores.
“A Polícia Militar não permite que nenhuma mulher se sinta sozinha. Atuamos com firmeza para salvar vidas”, declarou o comando regional.
Medida protetiva exige ação imediata
A medida protetiva de urgência proíbe o agressor de se aproximar, manter contato ou frequentar os mesmos locais da vítima. Quando descumpre essa ordem, o agressor comete crime previsto no artigo 24-A da Lei Maria da Penha, sujeito a pena de até dois anos de prisão.
As vítimas devem ligar para o 190 assim que percebem qualquer violação, ou registrar ocorrência presencialmente. O uso de aplicativos, como o “SOS Mulher MT”, também ajuda a acelerar o socorro.
Perguntas frequentes
A pessoa pode ser presa em flagrante e responder por crime, com pena de até dois anos de reclusão.
Sim. Em flagrante, a PM pode prender imediatamente, especialmente em casos de violência doméstica.
Ligue para o 190, use o app “SOS Mulher MT” ou vá até a Delegacia da Mulher mais próxima.
Qualquer mulher vítima de violência física, psicológica, sexual, moral ou patrimonial pode solicitar a medida na delegacia ou na Justiça.


