Na noite de domingo (05), a Cavalaria da Polícia Militar abordou três suspeitos em atitude suspeita em Nova Mutum (MT). A equipe realizou a ação na Avenida das Gaivotas, nas proximidades de uma casa noturna. Dois abordados já possuem histórico ligado ao tráfico.
Os suspeitos tentaram fugir ao perceber a presença policial, o que levou a equipe a realizar a abordagem imediata. Durante a revista, os policiais encontraram com um terceiro indivíduo uma porção de substância análoga à maconha.
O suspeito afirmou que comprou o entorpecente de um dos homens abordados. A declaração direcionou a ação policial e reforçou a suspeita de comércio ilegal de drogas na região.
Polícia encontra drogas e materiais típicos de venda em residência
Com base nas informações, os policiais seguiram até uma residência indicada como possível ponto de armazenamento. No local, a equipe encontrou porções de maconha, pasta base de cocaína e cocaína.
Os militares também apreenderam materiais usados para embalo e comercialização. A equipe identificou características típicas de ponto de venda de drogas no imóvel.
Durante a ação, a moradora tentou danificar um celular e desacatou os policiais. Em depoimentos contraditórios, ela assumiu e depois negou a posse dos entorpecentes.
Presença de menores e tornozeleira inoperante agravam ocorrência
Os policiais identificaram que um dos suspeitos utilizava tornozeleira eletrônica inoperante. A situação pode configurar descumprimento de medida judicial.
No local, a equipe encontrou duas menores, de 17 e 7 anos. Os policiais acionaram o Conselho Tutelar, que realizou o atendimento e adotou as medidas necessárias.
Durante a ocorrência, os suspeitos fizeram ameaças contra os policiais e tentaram intimidar uns aos outros para assumir a responsabilidade pelos entorpecentes.
A lei considera tráfico quando há venda, distribuição, armazenamento ou transporte de drogas, mesmo sem flagrante de comercialização direta.
A legislação prevê de 5 a 15 anos de prisão, além de multa, podendo aumentar conforme agravantes.
A Justiça pode entender como descumprimento de medida e determinar regressão de regime ou prisão.





