Pivetta critica governo federal e diz que estados precisam compensar falhas de Brasília; veja vídeo

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O governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta (Republicanos), afirmou que estados e municípios têm assumido responsabilidades que, segundo ele, deveriam ser desempenhadas pelo governo federal. Durante uma entrevista, Pivetta criticou a gestão da União, apontou falta de responsabilidade fiscal e afirmou que o país enfrenta problemas estruturais que acabam sendo compensados pelos governos estaduais.

Governador cobra responsabilidade fiscal da União

Segundo Pivetta, o Brasil não funciona de forma eficiente porque falta compromisso com a qualidade dos gastos públicos em todas as esferas da Federação. Apesar disso, ele destacou que estados e municípios, por estarem mais próximos da população, precisam agir para reduzir os impactos dessas deficiências.

O governador afirmou que Mato Grosso tem buscado suprir essas lacunas por meio de investimentos em infraestrutura e serviços públicos voltados à melhoria da qualidade de vida da população.

Pivetta cita obras e investimentos em Mato Grosso

Ao defender a atuação do governo estadual, Pivetta destacou investimentos em rodovias, como as BRs-163 e 174, além da implantação da primeira ferrovia estadual do Brasil. Segundo ele, essas iniciativas demonstram que o Estado tem buscado executar projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento regional.

O governador afirmou que o objetivo é gerar bem-estar em larga escala, garantindo infraestrutura e serviços que atendam às necessidades da população mato-grossense.

Segurança nas fronteiras também foi alvo de críticas

Pivetta também criticou a atuação do governo federal na proteção das fronteiras brasileiras. Segundo ele, Mato Grosso precisou fortalecer suas próprias forças de segurança para enfrentar crimes na região de fronteira, citando o Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) como exemplo dessa atuação.

Na avaliação do governador, existe uma grande carência provocada pela ausência do Estado nacional em áreas estratégicas. Por isso, ele defendeu que estados e municípios continuem trabalhando para oferecer dignidade, segurança e serviços básicos à população, mesmo diante das limitações da atuação federal.

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