A Polícia Federal desencadeia a Operação Anjo Protetor nesta sexta-feira (14) para combater o armazenamento e o compartilhamento de imagens e vídeos de abuso infantil. As investigações confirmam que uma mulher fotografou o próprio filho em contexto de exploração sexual e compartilhou o material criminoso na internet. A prática ocorreu entre 2017 e 2023 e atingiu um grande número de usuários.
PF mira suspeita de compartilhar imagens de explor4ção sexu4l do próprio filho em Mato Grosso; veja vídeo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) February 14, 2025
A Polícia Federal desencadeia a Operação Anjo Protetor nesta sexta-feira (14) para combater o armazenamento e o compartilhamento de imagens e vídeos de abus0 inf4ntil. pic.twitter.com/pjfzPtooWu
Agentes cumprem mandado e coletam provas
A Justiça Federal em Cáceres (MT) autoriza um mandado de busca e apreensão na residência da suspeita. Os policiais invadem o local e apreendem dispositivos eletrônicos, que devem fornecer mais evidências do crime.
Autoridades protegem a criança e aprofundam investigações
O Conselho Tutelar de Cáceres entra em ação imediatamente para garantir a segurança da vítima e adotar as medidas de proteção necessárias. Enquanto isso, a Polícia Federal analisa os materiais apreendidos e aprofundará as investigações para identificar possíveis cúmplices e desmantelar redes de exploração infantil na internet.
Repressão ao crime digital avança no Brasil
A Operação Anjo Protetor reforça o compromisso das autoridades em punir crimes de abuso infantil e proteger vítimas vulneráveis. A Polícia Federal destaca que qualquer indício de crime deve ser denunciado pelo Disque 100, canal especializado no combate à violação dos direitos humanos.
Por fim, a Polícia Federal segue monitorando crimes digitais e reforça a importância da denúncia anônima. A sociedade precisa agir para proteger crianças e combater redes criminosas que exploram a vulnerabilidade infantil na internet.
Perguntas frequentes
A pessoa pode pegar de três a oito anos de prisão, além de multa, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Os agentes usam inteligência artificial e rastreamento digital para identificar suspeitos e monitorar redes criminosas.
Você pode ligar para o Disque 100, usar o app “Direitos Humanos Brasil” ou procurar a Polícia Federal.



