PF investiga produtoras de funk por lavagem de dinheiro para o PCC. Veja vídeo:

Perrengue Mato Grosso

A #PolíciaFederal (PF) investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas feito pelo Primeiro Comando da Capital (#PCC) por meio de produtoras de #funk localizadas em #SãoPaulo.

Relatórios de inteligência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) enviados à PF mostram movimentações financeiras milionárias e suspeitas nas contas das #produtoras GR6 Eventos e Love Funk, que possuem milhões de seguidores nas redes sociais.

Na decisão em que enviou o caso para a #Justiça estadual, no fim de 2022, a juíza federal Renata Andrade Lotufo afirma que os investigados estariam ligados às “sintonias finais” do PCC, compostas pelos chefões que comandam a facção juntamente com #Marcola.

O documento segue afirmando que Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, dono da GR6 Eventos, já havia sido investigado por supostamente patrocinar funkeiros paulistanos com dinheiro “oriundo do tráfico de drogas vinculado ao PCC”.

Já a Love Funk é de propriedade de Daniela Cristina Viana, esposa de Henrique Alexandre Barros Viana, o Rato. Por contar com passagens criminais por receptação qualificada, furto qualificado e associação criminosa, a investigação concluiu que ele optou por não figurar formalmente no quadro social da empresa.

Porém, na internet, há um vídeo no qual Rato aparece formalizando a venda de 10% da Love Funk, por R$ 5 milhões, para Wesley Rodrigo Goes Venceslau, o Wesley Alemão.

A Polícia Federal (PF) intensifica as investigações em torno das produtoras de funk GR6 Eventos e Love Funk, ambas situadas em São Paulo, por suspeitas de envolvimento em um complexo esquema de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas, possivelmente vinculado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Essas atividades ilícitas foram inicialmente identificadas através de relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que destacaram transações financeiras de grande volume e de natureza suspeita nas contas dessas empresas. Ambas as produtoras, conhecidas por sua vasta influência e milhões de seguidores nas redes sociais, encontram-se agora sob escrutínio por supostamente facilitarem a ocultação de capitais advindos de operações criminosas, utilizando a indústria do entretenimento como fachada.

Este caso, encaminhado à Justiça estadual no final de 2022, revela a complexidade e a profundidade das operações financeiras ilegais associadas ao crime organizado, bem como o desafio constante enfrentado pelas autoridades no combate à lavagem de dinheiro.

https://twitter.com/perrenguemt/status/1759940721790930953?s=46

Via Metrópoles

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