A presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Paula Calil, afirmou que aguarda a conclusão do relatório elaborado pela Comissão dos Direitos da Mulher antes de adotar qualquer posicionamento sobre o caso analisado pelo colegiado. Durante entrevista, a parlamentar destacou que respeita o trabalho da comissão e defendeu que todas as etapas da apuração sejam concluídas antes de qualquer deliberação por parte da Mesa Diretora ou do Legislativo.
Segundo Paula Calil, a comissão possui autonomia para conduzir a análise dos fatos e elaborar o relatório com base nas informações reunidas durante o processo. A presidente ressaltou que o documento será fundamental para orientar os próximos encaminhamentos da Câmara Municipal.
Presidente reforça autonomia da comissão
Ao comentar o andamento dos trabalhos, Paula Calil afirmou que a Comissão dos Direitos da Mulher desempenha um papel importante na apuração do caso e que os vereadores devem respeitar o rito estabelecido pelo colegiado.
Segundo a presidente, a Câmara precisa permitir que a comissão conclua sua análise sem interferências, garantindo que o relatório seja elaborado de forma técnica e responsável.
Relatório orientará próximos passos
Paula Calil explicou que somente após a conclusão do relatório será possível avaliar quais medidas poderão ser adotadas pela Câmara. De acordo com a parlamentar, qualquer decisão dependerá das conclusões apresentadas pela comissão.
Ela ressaltou que o documento servirá como base para eventuais providências e reforçou que o Legislativo seguirá os procedimentos previstos no regimento interno e na legislação aplicável.
Câmara aguarda conclusão da apuração
Durante a declaração, a presidente reafirmou que, neste momento, a prioridade é permitir que a Comissão dos Direitos da Mulher finalize seu trabalho. Segundo Paula Calil, a expectativa é que a apuração esclareça os fatos analisados e forneça os elementos necessários para subsidiar futuras decisões da Câmara Municipal.
A parlamentar concluiu afirmando que aguardará o relatório oficial antes de fazer qualquer avaliação sobre o mérito do caso, preservando a autonomia da comissão e o devido andamento do processo legislativo.



