Um vídeo publicado nas redes sociais nesta semana revelou uma falha preocupante no Aeroporto Internacional Marechal Rondon, em Várzea Grande (MT). O passageiro que gravou as imagens caminhava pela área de recepção quando notou duas placas acústicas penduradas apenas por fios no teto. Ao registrar o problema, ele narrou a cena e alertou: “Será que não tem perigo de cair na cabeça de alguém?”
A gravação viralizou nas plataformas digitais e provocou indignação entre os usuários. Muitos internautas destacaram que, embora a maioria das placas estivesse devidamente fixada, a presença de duas delas soltas indicava risco real para os frequentadores do aeroporto.
Placas acústicas controlam ruídos, mas também exigem manutenção
As placas acústicas servem para controlar a reverberação do som em ambientes fechados e amplos. Elas reduzem ruídos e melhoram a acústica interna, mas precisam de instalação e fixação adequadas. Quando se soltam, mesmo que leves, essas placas podem causar acidentes.
Segurança em foco: alerta se estende a outros espaços públicos
Esse episódio reforça a necessidade de fiscalizações constantes em locais públicos de grande circulação. Aeroportos, rodoviárias, escolas e hospitais não podem negligenciar a manutenção preventiva. Uma simples placa pendurada pode virar manchete trágica se autoridades e gestores não agirem com rigor.
Por fim, o vídeo gravado no Aeroporto Marechal Rondon não apenas expôs um descuido técnico, mas também pressionou as autoridades a agir. Passageiros exigiram respostas, e a administração iniciou as correções.
Perguntas frequentes
Sim. Mesmo leves, as placas podem cair e causar acidentes, especialmente em áreas movimentadas.
A Infraero gerencia o terminal, mas a responsabilidade pode ser compartilhada com o Governo do Estado.
Não, se estiverem bem instaladas. Quando soltam, geralmente indicam falha na fixação ou falta de manutenção.









