Passageira agride motoboy após recusa de corrida em área do tráfico; veja vídeo

Vídeo

No Rio de Janeiro, um motociclista de aplicativo acabou sendo agredido por uma passageira após recusar-se a entrar em uma área controlada por facção criminosa. O incidente ocorreu quando a passageira solicitou uma corrida para dentro do Complexo de Israel, dominado por um traficante líder do Terceiro Comando Puro (TCP). Ao negar o pedido, a mulher atacou o motociclista, utilizando um capacete para agredi-lo. ​

Veja vídeo do incidente:

Áreas controladas

As facções criminosas, como o Comando Vermelho (CV) e o Terceiro Comando Puro (TCP), impuseram restrições severas referentes à circulação de veículos de aplicativo em territórios sob seu domínio. No bairro da Gardênia Azul, na Zona Oeste do Rio, o CV proibiu a entrada de motoristas de aplicativos, ameaçando com violência aqueles que os desobedecerem. Pichações em muros da região alertam: “Proibido Uber e 99, ass CV”. ​

Motoristas enfrentam desafios

Motoristas de aplicativos vem enfrentando diversos desafios diarimante, após as restrições impostas pelas facções. Segundo as infomações a desobediência às regras impostas pode resultar em ataques a tiros, agressões físicas e até mortes. Para mitigar os riscos, a Polícia Militar firmou parcerias com empresas de transporte por aplicativo, implementando botões de emergência nos aplicativos e intensificando a fiscalização nas regiões afetadas. ​

Perguntas frequentes sobre o caso

Por que o motociclista recusou a corrida?

Por causa da restrição imposta pelas facções do Rio de Janeiro, nenhum motorista de aplicativo é autorizado a entrar nos territórios que eles comandam.

Quais são as consequências para motoristas que desobedecem às proibições das facções?

Facções criminosas podem atacar eles com tiros, agredir fisicamente e até matar motoristas que desobedecem suas ordens.

Que medidas estão sendo tomadas para proteger os motoristas de aplicativo?

A Polícia Militar estabeleceu parcerias com empresas de transporte por aplicativo, criando botões de emergência e intensificando a fiscalização nas áreas de risco.

Malu Custódio

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