O Corpo de Bombeiros resgatou um praticante de parapente que caiu em um penhasco na Serra do Elefante, em Mateus Leme, região metropolitana de Belo Horizonte. O acidente mobilizou uma operação de emergência que envolveu também a Polícia Militar, que acionou um helicóptero para auxiliar no resgate. Felizmente, o homem permanecia consciente durante toda a ocorrência, e os socorristas garantiram sua segurança.
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— Perrengue2 (@perrengue2025) September 21, 2025
O risco por trás da aventura
O parapente proporciona uma experiência única de liberdade, mas também carrega riscos significativos. Além disso, mudanças repentinas de vento, falhas em equipamentos e escolhas inadequadas de decolagem podem provocar acidentes graves. Na Serra do Elefante, região conhecida por seus penhascos íngremes e ventos instáveis, cada voo exige planejamento cuidadoso, experiência e atenção total às condições climáticas. Portanto, mesmo praticantes experientes precisam manter protocolos rígidos de segurança para evitar incidentes.
Operação coordenada salva vidas
Os bombeiros chegaram rapidamente ao local e avaliaram a situação, constatando que o parapentista não apresentava ferimentos graves. No entanto, eles precisavam retirar o homem de um ponto de difícil acesso. Assim, a equipe coordenou a ação com a Polícia Militar, que forneceu apoio aéreo por meio de helicóptero. A operação demonstrou a importância da comunicação eficaz entre equipes, do treinamento em resgate em altura e do uso correto de equipamentos especializados, garantindo o sucesso do socorro.
Lições e prevenção
Acidentes como esse reforçam a importância de medidas preventivas. Além disso, eles alertam sobre a necessidade de conhecer o local, interpretar corretamente as condições meteorológicas e planejar rotas de emergência. Especialistas recomendam que iniciantes voem sempre acompanhados de profissionais experientes e evitem áreas de risco sem supervisão. Assim, mesmo em esportes radicais, a combinação de cautela, preparo e tecnologia pode reduzir significativamente o número de incidentes.
Perguntas frequentes
Entre 200 e 400 metros acima do solo, dependendo das correntes de ar.
Eles simulam evacuações em torres e rochas artificiais usando cordas e técnicas de içamento.
Ventos fortes, rajadas repentinas e mudanças rápidas na pressão atmosférica.





