Panfleto deixado em carro engana motorista com falsa multa e revela anúncio de sexo em MT; veja vídeo

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Uma moradora de Primavera do Leste (235 km de Cuiabá) denunciou a distribuição de panfletos com oferta de serviços de prostituição em carros estacionados no centro, perto da prefeitura. O caso ganhou repercussão após a própria mulher gravar e publicar um vídeo nas redes sociais nesta última segunda-feira (6).

No vídeo, ela amassa o panfleto e critica diretamente a prática. “Não faz propaganda disso. Aqui é lugar de gente trabalhando”, afirma. O jornalista Fábio Costa divulgou as imagens, que rapidamente alcançaram grande circulação e engajamento digital.

Caso provoca debate entre moradores

O episódio provocou debate imediato nas redes sociais e entre moradores da região central. Parte da população criticou a exposição e cobrou fiscalização mais rigorosa. Outros usuários minimizaram o caso e fizeram comentários irônicos sobre a situação.

Comerciantes locais relatam incômodo com práticas semelhantes. Eles afirmam que esse tipo de panfletagem compromete a organização urbana e prejudica a imagem da cidade, especialmente em áreas de grande circulação.

Prática pode gerar infrações legais

A distribuição de panfletos em veículos, sem autorização, pode violar normas municipais e caracterizar poluição urbana. A legislação local costuma exigir permissão para qualquer tipo de publicidade em espaço público, especialmente em áreas centrais.

Embora a prostituição não configure crime, o Código Penal pune quem explora ou favorece a atividade de terceiros (artigo 228). Autoridades podem investigar a origem do material para identificar possível intermediação ilegal ou exploração econômica.

É crime colocar panfletos em carros estacionados?

Depende da cidade. Em geral, a prática pode violar regras municipais e gerar multa por poluição urbana.

Prostituição é proibida no Brasil?

Não. A atividade individual não é crime, mas explorar ou lucrar com terceiros é ilegal.

Como denunciar panfletagem irregular na rua?

Você pode acionar a prefeitura, a fiscalização urbana ou ligar para a Polícia Militar pelo 190.

Mhylenna

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