A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (18), a Operação Jeffe 2 para desarticular um grupo criminoso envolvido no tráfico interestadual de drogas. A ação ocorreu em Trindade e Anápolis (GO). Os agentes cumpriram dois mandados de prisão preventiva e dois de busca e apreensão, expedidos pela 3ª Vara Criminal de Barra do Garças (MT).
A investigação revelou que o grupo estruturou um esquema logístico para transportar drogas usando cargas legais como disfarce. A estratégia aumentava a dificuldade de fiscalização e ampliava o alcance da distribuição.
Polícia localiza suspeito no Pará e efetua prisão
Os policiais não encontraram um dos investigados em sua residência, em Anápolis, durante o cumprimento do mandado. Em seguida, equipes intensificaram as buscas e localizaram o suspeito em Benevides (PA). A Polícia Federal no Pará apoiou a operação e realizou a prisão.
A movimentação do investigado entre estados evidencia a atuação nacional do grupo. A organização operava com logística integrada e divisão de tarefas.
Grupo utilizava caminhões para ocultar drogas
As investigações apontaram que o grupo transportava cocaína e maconha em caminhões carregados com mercadorias lícitas. Os criminosos escondiam os entorpecentes entre produtos regulares para simular legalidade nas viagens.
Os carregamentos saíam de estados da região Norte e seguiam para o Centro-Oeste, com destaque para o Distrito Federal, considerado um dos principais destinos.
Operação conta com apoio de cães farejadores e Receita Federal
Equipes da Polícia Federal realizaram diligências na região metropolitana de Belém com apoio do Setor de Cães (K-9) e da Receita Federal. Os cães farejadores reforçaram a capacidade de localizar drogas ocultas em cargas complexas.
A atuação conjunta entre órgãos federais fortaleceu o combate ao crime organizado, principalmente em operações que envolvem estruturas legais como fachada.
A Operação Jeffe 2 é uma ação da Polícia Federal que combate o tráfico interestadual de drogas com uso de transporte de cargas.
Criminosos ocultam entorpecentes em meio a cargas legais para simular transporte regular e evitar fiscalização.
A região funciona como corredor logístico entre o Norte e grandes centros consumidores, como o Distrito Federal.






