A Polícia Penal do Mato Grosso revistou, na última terça-feira (4), todas as celas do Centro de Ressocialização de Várzea Grande e apreendeu 26 celulares, carregadores, fones de ouvido e pedaços de ferro. A operação, parte do programa Tolerância Zero às facções criminosas, fortaleceu o combate ao crime organizado dentro das unidades prisionais.
Operação com cães farejadores localiza celulares e arm4s artesanais em presídio de Várzea Grande; veja vídeo
— perrenguematogrosso (@perrenguemt) February 5, 2025
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Agentes realizam revista com apoio de cães farejadores
Os agentes iniciaram a operação às 7h e finalizaram às 13h, seguindo um plano estratégico de fiscalização intensiva. Dois cães do Serviço de Operações Especiais (SOE) auxiliaram na busca por objetos ilícitos. Lunna, treinada para detectar celulares, drogas e armas, e Furya, especializado na captura de foragidos e identificação de eletrônicos e entorpecentes, ampliaram a eficiência da revista.
Revista encontra celulares e objetos cortantes
Os policiais localizaram 26 celulares, seis carregadores, quatro fones de ouvido e quatro pedaços de ferro escondidos nas celas. A Polícia Civil recebeu todo o material apreendido e iniciou investigações para identificar como esses itens entraram na unidade prisional.
Programa “Tolerância Zero” intensifica combate ao crime nas prisões
O governo estadual reforçou o controle nos presídios e proibiu qualquer tipo de concessão que favoreça facções criminosas. A política de segurança prisional endureceu a fiscalização e ampliou as ações preventivas contra a entrada de materiais ilícitos.
Outros estados seguem a mesma estratégia e realizam operações constantes para desarticular redes criminosas dentro das penitenciárias. Os agentes também adotaram novas tecnologias, como scanners corporais e bloqueadores de sinal de celular, para dificultar a comunicação entre detentos e criminosos externos.
Perguntas frequentes
Criminosos utilizam drones, visitantes e até agentes corruptos para infiltrar celulares e drogas nas unidades prisionais.
A Polícia Civil analisa os aparelhos em busca de provas e, depois, encaminha para destruição ou reutilização em investigações.
Líderes ordenam crimes por celulares clandestinos e utilizam códigos e intermediários para escapar da vigilância.






