Operação Abafa reúne forças para combater desmatamento ilegal e queimadas em Aripuanã; veja vídeo

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) e do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), participa da Operação Abafa I, que reúne forças estaduais e federais para combater o desmatamento ilegal e as queimadas criminosas em Aripuanã e região. A iniciativa concentra ações de prevenção, fiscalização e enfrentamento aos crimes ambientais, com atuação conjunta de diferentes instituições de segurança pública.

Forças estaduais e federais atuam em conjunto

A Operação Abafa I conta com a participação do Corpo de Bombeiros Militar, Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Polícia Militar Ambiental, Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), Força Nacional, Polícia Militar e equipes da Sesp/Ciosp.

Além disso, a mobilização reúne instituições com diferentes atribuições na segurança pública e na proteção ambiental. Dessa forma, a operação permite integrar atividades de fiscalização, prevenção e combate às práticas ilegais na região de Aripuanã.

Fiscalização mira queimadas criminosas e desmatamento

Entre os principais objetivos da operação estão o enfrentamento ao desmatamento ilegal e o combate às queimadas criminosas. As equipes também desenvolvem atividades preventivas para fortalecer a proteção ambiental no município e nas áreas próximas.

Nesse contexto, a participação de órgãos estaduais e federais permite reunir diferentes estruturas de atuação. A iniciativa também busca ampliar a cooperação entre as instituições responsáveis pelo enfrentamento aos crimes ambientais em Mato Grosso.

Ciosp participa da integração entre instituições

A Sesp e o Ciosp integram a mobilização como parte da estratégia de atuação conjunta do Governo de Mato Grosso. A participação dessas estruturas reforça a articulação entre os órgãos envolvidos nas ações de segurança pública.

Além disso, a operação destaca a importância da integração institucional, do uso de tecnologia e da capacidade de resposta no enfrentamento às infrações ambientais.

O comunicado oficial não informa o número de agentes mobilizados, a duração da operação, os locais específicos das fiscalizações ou eventuais resultados, como multas, apreensões e prisões. Também não apresenta um balanço das ocorrências ambientais identificadas durante as atividades em Aripuanã.

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